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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Animais em extinção

Desde que a terra existe, muitas espécies de animais foram desaparecendo, principalmente devido à destruição imposta pelo Homem.Em todo o Mundo, o tráfico ilegal de animais vivos, floresce. Os coleccionadores privados, laboratórios de pesquisa, lojas de animais, jardins zoológicos, circos e até curandeiros da Ásia são o principal mercado consumidor. É o terceiro maior negócio em contrabando depois das drogas e das armas.Nos últimos 300 anos provocámos a extinção em massa de milhões de espécies diferentes. Interesses económicos, poluição, crescimento urbano, introdução de espécies mais dotadas em habitats onde não existiam e outras manifestações da nossa “civilização” fazem com que, de 15 em 15 minutos, desapareça para sempre, uma espécie vegetal ou animal.

Europa
O continente europeu tem vindo a sofrer, ao longo dos tempos, uma enorme transformação na sua paisagem natural. Desde as zonas mais recônditas da Russia até às planicíes de Portugal é possível encontrar uma grande biodiversidade. Assim como a fauna e a flora variam do Norte para o Sul da Europa, da Europa Ocidental para a Europa de Leste, assim também há uma jurisdição não uniforme nos vários países europeus. Cada país tem as suas próprias leis de conservação e protecção da vida animal. Estas leis são insuficientes e muitas vezes omissas o que levou à extinção do Urso-pardo e do Cavalo selvagem, em alguns países europeus.
Ameaçados de extinção estão também o Lobo e o Lince ibérico, outrora abundantes em toda a floresta mediterrânica, mas que só se encontram agora em algumas reservas naturais portuguesas e espanholas.
Temos muito que fazer se queremos apreciar estas e outras espécies.

Exemplos:

Nome popular: Águia-real

Número de crias: 1 a 3 ovos.

Tempo médio de vida: Máximo de 32 anos em liberdade; máximo de 46 anos em cativeiro. Estado de conservação da espécie: Está em vias de extinção porque o homem destruiu o seu habitat e teima em roubar-lhe a sua fonte de alimento: a caça.










Nome popular: Lince-Ibérico

Nome Científico: Lynx pardinus

Distribuição geográfica: Portugal e Espanha.

Período de gestação: Varia entre 63 e 74 dias.

Número de crias: 1 a 4Tempo médio de vida: Até 13 anos.

Estado de conservação da espécie: O lince-ibérico é actualmente considerado o felino mais ameaçado do mundo e encontra-se classificado como espécie em perigo de extinção pelos Livros Vermelhos de Portugal, Espanha e UICN. Também se encontra protegido pela Convenção de Berna e pela Convenção que regulamenta o Comércio de Espécies Selvagens, sendo considerado pela Directiva Habitats como uma espécie prioritária. As principais ameaças à sua sobrevivência são a acentuada regressão do coelho-bravo e a destruição dos habitats mediterrânicos.
















Nome popular: Lobo-Ibérico.

Nome Científico: Canis lupus signatus

Distribuição geográfica: Norte da Península Ibérica.Habitat natural: Florestas.

Período de gestação: cerca de 2 meses.Número de crias: 3 a 8

Tempo médio de vida: Vivem um máximo de 15 anos.

Estado de conservação da espécie: As causas do declínio do lobo são a sua perseguição directa e o extermínio das suas presas selvagens. O declínio é actualmente agravado pela fragmentação e destruição do habitat e pelo aumento do número de cães vadios/assilvestrados.





















Nome Científico: Lutra lutra

Distribuição geográfica: Vive na Europa, Ásia, porção sul da América do Norte e ao longo de toda a América do Sul, incluindo o Brasil e a Argentina.

Período de gestação: Cerca de 2 meses.

Número de crias: A ninhada pode ter entre 1 a 5 crias, sendo 2 a 3 o mais usual.

Tempo médio de vida: Vive entre 6 a 8 anos.

Estado de conservação da espécie: Classificada como Vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Entre os vários factores que colocam a espécie em perigo contam-se: a poluição e destruição dos ambientes aquáticos e ripícolas, o uso de pesticidas na agricultura que afecta a qualidade da água dos rios, os atropelamentos e a perseguição directa por parte do Homem devido à concorrência pelo peixe. Há a contar ainda com o facto de a sua pele ter um elevado valor no sector têxtil.



















Nome popular: Urso Pardo

Nome Científico: Ursus arctos

Distribuição geográfica: América do Norte, Ásia e Europa.

Habitat natural: São encontrados desde florestas densas a pradarias subalpinas e tundra árctica.Período de gestação: Varia de 180 até 266 dias.

Número de crias: 2 ou 3

Tempo médio de vida: 20 a 30 anos.Estado de conservação da espécie: A espécie encontra-se ameaçada, entre outros factores, pela destruição do seu habitat natural e pela poluição.


África

Este é, porventura, o continente que mais associamos à natureza selvagem. De facto, muitos dos animais que vemos em jardins zoológicos e circos (os elefantes, as zebras, os macacos, os leões, etc...) são originários de África.Mas a caça furtiva tem vindo a diminuir o número de populações no seu habitat natural (as florestas, as savanas e as montanhas deste continente).Sabemos quais são as espécies mais ameaçadas, mas fazemos pouco para as proteger, se bem que a responsabilidade desta tarefa deva ser atribuída aos governantes, que infelizmente estão mais preocupados com a sua fortuna pessoal, do que com a destruição de grandes extensões de mata selvagem.Consequentemente, os animais e plantas que ali vivem são os grandes prejudicados.

Exemplos:
Nome popular: Gorila da MontanhaNome Científico: Gorilla gorilla beringei Distribuição geográfica: Este do Zaire, Ruanda, Uganda, a altitudes entre os 1600 m e os 4000 m. Número de crias: 1, gémeos raros Tempo médio de vida: 35 anos Estado de conservação da espécie: Esta espécie encontra-se em perigo de extinção, devido à caça e à destruição do seu habitat natural.


Nome popular: Elefante Nome Científico: Loxodonta africana (Elefante africano da savana); Loxodonta cyclotis (Elefante africano da floresta).Distribuição geográfica: África subsariana Número de crias: 1Tempo médio de vida: 70 anos.Estado de conservação da espécie: A caça de elefantes, causada principalmente pelo seu marfim – muito apreciado na China e na Índia, reduziu significativamente as populações de elefantes africanos. Actualmente, o elefante africano está em vias de extinção e têm-se tomado medidas para proteger esta espécie.


Nome popular: Leão Nome Científico: Panthera leo Distribuição geográfica: África, pequena porção na Índia, Balcãs e Grécia. Período de gestação: De 102 a 113 dias.Número de crias: De 2 a 3 Tempo médio de vida: 20 anos.Estado de conservação da espécie: Não globalmente ameaçado de extinção, mas vulnerável.


Nome popular: Rinoceronte negroNome Científico: Diceros bicornis Distribuição geográfica: África do Sul, Quénia, Malawi, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia e Zimbabué. Número de crias: 1Tempo médio de vida: Cerca de 35 anos. Estado de conservação das espécies: Todas as espécies de rinocerontes se encontram ameaçadas de extinção, devido ao facto de serem muito pouco férteis – cada fêmea só tem uma cria de 2 em 2 anos – e, portanto, muito vulneráveis à caça, para além de sofrerem pela destruição do seu habitat. Eles têm sido caçados intensivamente porque praticamente todas as suas partes são usadas na medicina tradicional. A parte mais valiosa é o corno, que tem sido usado como afrodisíaco, para curar febres, para cabos de adagas, ou para preparar uma poção que supostamente permite detectar venenos.


Nome popular: Chimpanzé Nome Científico: Pan TroglodytesDistribuição geográfica: Ocidente e centro de África, norte do rio Zaire, do Senegal à Tanzânia. Número de crias: 1, gémeos raros Tempo médio de vida: 40 a 45 anos.Estado de conservação da espécie: Devido à destruição do seu habitat e à caça ilegal de chimpanzés pelo mercado de carne e de animais, pensa-se que restam apenas 150.000 chimpanzés nos bosques e florestas da África Central e Ocidental. Há um século atrás havia aproximadamente dois milhões.

América
O continente americano vai desde o gélido Canadá até às terras quentes da Argentina. Neste continente existe uma panóplia de países que têm uma diversidade única no nosso planeta. Aqui podemos encontrar a floresta amazónica, a ela associamos sempre o extenso rio com o mesmo nome e os seus muitos animais e plantas. A Amazónia é de facto o ex-librís das Américas.Mas é no norte deste continente, que existe o mais rico país do mundo: os E.U.A. Com a sua variedade enorme de animais e plantas, com muitas reservas naturais, (Yellowstone, Montanhas Rochosas, Deserto do Arizona, Everglades, Bacia do Mississipi...) este país tem conseguido salvar alguns animais como o B úfalo, o Puma, os Lobos, etc.Na zona central temos também de referir a importância de países como a Costa Rica, Honduras ou El Salvador (na preservação de Ocelotes, Pumas, Ursos, etc...).Na América do Sul o Brasil é de facto o país de referência para quem quer ver no seu estado selvagem o Jaguar, a Arara, o Lobo guará, o Papa-formigas, o Mico-leão, entre outros. Se estes países, de Norte a Sul, conseguirem salvar estas e outras espécies, então será uma vitória para todo o Mundo.
Exemplos:
Nome popular: Arara Azul Grande Nome Científico: Anodorhynchus hyacinthinus Distribuição geográfica: Norte e Nordeste do Brasil. Vive nas matas do interior do Brasil: Maranhão, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. Hoje é raro encontrá-la em liberdade. Mas, no interior da Bahia, ainda podemos encontrar alguns espécimes em liberdade.



Número de crias: Costumam nascer 2 crias de cada vez. São alimentadas pelos adultos, que regurgitam a comida. Elas chegam à idade adulta aos 6 meses.Tempo médio de vida: 30 anos. Estado de conservação da espécie: Esta espécie está em extinção, principalmente devido à destruição do seu habitat natural e à expansão humana para os territórios que antes eram “propriedade” das araras e que agora se “humanizaram”.

Nome popular: JaguarNome Científico: Panthera onca Distribuição geográfica: Actualmente está oficialmente extinto nos Estados Unidos. É muito raro no México, mas ainda pode ser encontrado na América Latina, incluindo o Brasil. Número de crias: 1 ou 2Tempo médio de vida: 20 anosEstado de conservação da espécie: A destruição de habitats aliada à caça predatória, devido principalmente ao alegado prejuízo económico causado às criações de animais domésticos, faz com que as populações tenham sido drasticamente reduzidas. A espécie é classificada como vulnerável.

Nome popular: OceloteNome Científico: Leopardus pardalis Distribuição geográfica: Actualmente ocorre em toda a América Latina excepto no Chile. Nos Estados Unidos a espécie foi praticamente extinta. Número de crias: 2 ou 3 Tempo médio de vida: De 13 até 17 anos. Estado de conservação da espécie: A caça intensiva a este animal, motivada pela beleza da sua pele, motivou a redução drástica do número de indivíduos. Com a lei de proibição à caça este comércio diminuiu e hoje a principal ameaça a este felino é a destruição de seu habitat. A espécie é classificada como ameaçada de extinção.

Nome popular: PumaNome Científico: Felis concolor Distribuição geográfica: Américas, desde o Canadá até quase o extremo da América do Sul.Número de crias: 2 a 3 Tempo médio de vida: 15 anos.Estado de conservação da espécie: A redução do seu habitat natural, a competição de outros grandes felinos pela caça, a redução do número de animais que constituem a sua base de alimentação e a perseguição movida pelo Homem, na ânsia de proteger os seus rebanhos, colocaram a Puma em risco.

Nome popular: Tartaruga MarinhaNome Científico: Dermochelys coriácea Distribuição geográfica: Águas mornas e temperadas ao longo do mundo. Número de crias: De 1 a 2 centenas de ovos por vez.Tempo médio de vida: Cerca de 180 anos. Estado de conservação da espécie: A poluição, as redes de pesca em que ficam presas e a procura dos seus ovos pela cozinha asiática têm reduzido significativamente esta espécie.

Nome popular: Tucano Nome Científico: Ramphastos tocoDistribuição geográfica: Região Norte e Central da América do Sul.Número de crias: 2 a 4 ovos.Tempo médio de vida: 15 anos.Estado de conservação da espécie: Tem a sua existência ameaçada no seu habitat natural, a selva amazónica, mas os esforços do governo brasileiro já revelam um aumento no número destas aves. Apesar disto já está extinta no estado federal de São Paulo.

Ásia
É na Ásia que se encontra um dos animais ameaçados de extinção mais conhecidos: o Panda Gigante.
A destruição do habitat natural dos animais, combinada com a poluição têm-se revelado uma mistura "explosiva". A verdade é que, se excluirmos a caça, estes dois factores são os principais responsáveis pela redução significativa de determinadas espécies animais.
Por outro lado, a caça intensiva - seja com vista à obtenção de peles para o mercado têxtil (Tigre, Leopardo, etc.); seja com vista à obtenção de partes dos animais para outros mercados (corno de Rinoceronte para a Medicina Tradicional, marfim de Elefante para o mercado de arte, etc.) ou ainda para consumo humano - tem-se revelado uma perigosa inimiga de muitas espécies animais.

Exemplos:
Nome popular: Leopardo das NevesNome Científico: Panthera unciaDistribuição geográfica: Entre 3 000 e 6 000 metros, nos Himalaias e nas montanhas do norte da China.Número de crias: Em média 3.Tempo médio de vida: 20 anos.Estado de conservação da espécie: Encontra-se em vias de extinção.


Nome popular: Panda GiganteNome Científico: Ailuropoda melanoleuca Distribuição geográfica: Sul da China e Tibete.
Número de crias: 2Tempo médio de vida: A média de vida dos Pandas é de 10 a 15 anos no seu habitat selvagem e até 30 anos em cativeiro. Estado de conservação da espécie: A devastação das florestas asiáticas, a lenta reprodução do bambu (base alimentar do Panda), o excesso de burocracia, ineficiência e a caça voraz colocaram o panda sob sério risco de extinção. Dificultando ainda mais a preservação da espécie, a sua capacidade de procriar é mínima.


Nome popular: Panda VermelhoNome Científico: Ailurus fulgensDistribuição geográfica: Nepal, no Sikkim, norte da Birmânia e sul da China.Número de crias: 1 a 4Tempo médio de vida: 8 a 10 anos.Estado de conservação da espécie: A espécie encontra-se ameaçada devido sobretudo à destruição do seu habitat.


Oceania

Quando se fala da Oceânia pensamos imediatamente na imensa ilha que é a Austrália.Esta é a zona do planeta que associamos normalmente a animais como os cangurus, crocodilos, tubarões, avestruzes, etc... Mas além destes animais temos muitos mais, além de inúmeras plantas e insectos raros. A Oceania abrange a Austrália, a Nova Zelândia, a Papua Nova Guiné e ainda imensas ilhas no oceano Pacífico (como as ilhas Cook). A grande barreira de Coral ao longo da costa australiana tem uma das maiores concentrações de espécies marinhas do mundo ( Tubarões brancos, serpentes marinhas, etc...).Mas relativamente aos animais em vias de extinção, não podemos deixar de referir o Diabo da Tasmânia, o Ornitorrinco, etc. Neste continente existe uma preocupação muito grande pelas espécies ameaçadas pelo Homem. O Koala, o Ornitorrinco e o Diabo da Tasmânia estão a ser salvos em reservas próprias por toda a Oceânia.

Exemplos:

Nome popular: Diabo da TasmâniaNome Científico: Sarcophilus harrisii Distribuição geográfica: Ilha da Tasmânia.Número de crias: 3 ou 4Tempo médio de vida: 7 a 9 anos.Estado de conservação da espécie: O Diabo da Tasmânia foi caçado durante a colonização por agricultores, que viam os seus galináceos mortos por este animal. Por outro lado, pensa-se que os Dingos são responsáveis pela erradicação do Diabo da Tasmânia da Austrália. Actualmente o Diabo da Tasmânia é uma espécie protegida.


Nome popular: KoalaNome Científico: Phascolarctos cinerus Distribuição geográfica: Sudeste e Nordeste da AustráliaNúmero de crias: 1Tempo médio de vida: 17 anos.Estado de conservação da espécie: Estes marsupiais encontram-se num processo de extinção que se iniciou com a colonização inglesa na Austrália onde surgiu o culto de caçar e matar Koalas para usar a sua pele. Hoje, a caça não é o maior risco enfrentado pelos Koalas que são mortos por queimadas nas florestas e por falta de árvores que são cortadas pelos lenhadores. Ao perder a sua casa e alimento, os Koalas acabam por se moverem para as cidades, onde são mortos, atropelados em estradas ou por cães.


Nome popular: OrnitorrincoNome Científico: Ornithorhynchus anatinusDistribuição geográfica: Secção oriental da Austrália e ilha da Tasmânia.Número de crias: 2 ou 3 ovos em cada postura.Tempo médio de vida: 15 anosEstado de conservação da espécie: A poluição dos rios e lagos tem destruído significativamente a população de ornitorrincos.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Cães indicados para idosos

Com o avançar dos anos, um animal pode ser uma óptima forma de combater a solidão que muitas vezes assola a vida dos mais velhos. O cão está entre os melhores amigos do Homem em geral e, desde que seja escolhida a raça ideal, torna-se especialmente companheiro dos idosos em particular.

Os cães "fazem bem" aos idosos, pois os benefícios vão para lá do combate à solidão e estendem-se mesmo ao campo da saúde. Os cães contribuem para uma pressão sanguínea e valores de colesterol mais baixos. Aumentam a actividade física do idoso, contribuem para a socialização do dono com outras pessoas e proporcionam uma maior sensação de segurança.

Parte-se do princípio de que com os anos, o ritmo de vida vai abrandando, que a preparação física vai-se deteriorando e que a necessidade de afectos aumenta. Por esta razão, nem todas as raças são indicadas para idosos.
O cão ideal para um idoso deve ser:

De pequeno porte – não exige à partida tanto exercício, e um idoso consegue acompanhar a passada destes cães, mesmo quando estes tentam andar depressa. O pequeno porte é também uma mais valia quando o idoso tem de pegar no cão, para, por exemplo, o levar ao veterinário. Os cães de pequeno porte não têm tanta força, o que torna as brincadeiras brutas menos frequentes. É difícil um cão pequeno derrubar um idoso na brincadeira. Se num adulto, uma queda até pode ser engraçada, ou na pior das hipóteses deixar uma nódoa negra, nos idosos, as quedas são bastante mais preocupantes.
 
Cão de "colo" – os idosos geralmente não têm energia, vontade ou paciência suficiente para exercitar um cão ou brincar muito com ele. Preferem geralmente afagar o pêlo e actividades mais calmas. Por isso o cão ideal deverá ser um cão que seja capaz de brincar sozinho, que necessite de pouco exercício e que goste de ser acariciado. Os “cães de colo” cabem nesta definição.

Mas tal como os outros donos, os idosos devem ter noção de que têm de passear o cão todos os dias, nem que seja apenas uma volta pelo quarteirão. Ter um cão envolve despesas mensais, comida e veterinário, e que para quem tem uma reforma apertada, poderá ser necessário fazer alguns sacrifícios para poder manter um cão.
Raças mais aconselhadas
  • Bichon Frisé – Brincalhão e afectuoso, não é tão pequeno como algumas das raças apresentadas, uma vez que rondam os 30 cm de altura. A pelagem necessita de manutenção diária.
  • Bichon Havanês – Tal como os outros bichons, gosta de colo e é bastante protector. Não dispensa os passeios e necessita de escovagens diárias.
  • Bichon Maltês - Esta raça é o Bichon mais pequeno, mantendo-se entre os 20 e os 25 cm de altura. Necessita de escovagens diárias.
  • Boston Terrier – É um cão amistoso, de pequeno porte e é obediente. Bastante activo, gosta de passear.
  • Bouledogue Francês – É um cão maior, que pode atingir os 40 cm. A sua desvantagem é ser teimoso, mas é um cão bastante afectuoso e dependente da família. Devem ser proporcionados dois passeios por dia a este cão.
  • Cairn terrier – Os terriers são cães grandes aprisionados em corpos pequenos e este pequeno terrier não foge à regra. É bastante enérgico, não é tão dependente do dono, mas tem a vantagem de não necessitar de tantos cuidados com a pelagem. É, tal como a maioria dos cães pequenos, bastante vocal.
  • Caniche Toy – Uma das vantagens do Caniche Toy é o facto de largar pouco pêlo. É assim considerada uma raça hipoalergénica e é uma óptima opção para idosos mais sensíveis. A limpeza da casa não é também tão exigente. Mas por largar pouco pêlo, necessita de tosquias regulares, o que implica uma despesa extra. O Caniche Toy, ou mesmo anão, é afectuoso e adora companhia dos humanos.
  • Chihuahua – Pequeno, activo e afectuoso, o Chihuahua é um bom cão de alarme. Por vezes, ladra até demais, o que pode ser incómodo para quem tem vizinhos. É muito protector e afeiçoa-se mais a uma pessoa, podendo revelar-se ciumento.
  • Cocker Spaniel – Amigável e afectuoso, o Cocker Spaniel é relativamente calmo dentro de casa. Necessita contudo de mais exercício do que as raças mais pequenas e não se deve negligenciar dois passeios diários. É um cão de porte médio.
  • Épagneul Anão Continental – Este pequeno cão é afectuoso e dependente. As suas orelhas arrebitadas dão-lhe uma expressão cómica. São cães que gostam de colo, mas são bastante enérgicos.
  • Galguinho Italiano – Os hounds podem ser um desafio para os idosos por necessitarem de bastante exercício. Contudo este pequeno galgo não é mais exigente que um cocker ou um Schnauzer Médio.
  • Lulu da Pomerânia – É afectuoso, mas mantém-se independente. Não deixa de dispensar as sessões de colo. Pode tornar-se demasiado vocal se não for ensinado.
  • Pug – O Pug é um cão pequeno, amistoso com estranhos e menos ciumento do que a maior parte das raças Toy. Gosta de atenção e de brincar e é um cão que faz rir devido às suas expressões. Apesar de ter os seus momentos de mimos, não é tão “cão de colo” como outras raças.
  • Schnauzer – Dependentes, tanto o Schnauzer médio como o miniatura são boa escolhas. A variedade média, já é bastante maior do que as outras raças apresentadas, atingindo os 50 cm e necessita por isso de mais exercício. Ambos gostam de companhia e não suportam ficar sozinhos. São bons cães de alerta.
  • Scottish Terrier – Mais protector e também mais activo, o Scottish Terrier necessita de ser passeado. São mais difíceis de treinar e têm um coração de leão, características que lhe valeram a alcunha de “duro de roer”.
  • Shih tzu – Companheiros, os cães desta raça necessita de bastante atenção. Ao contrário de outras raças, são relativamente calmos dentro de casa, gostam de colo, mas também brincam. A sua pelagem longa exige manutenção diária, caso contrário, necessita de ser aparada regularmente.
  • Yorkshire Terrier – Esta raça tem a particularidade de ser bastante pequena e gostar muito de colo. Contudo, a pelagem longa exige escovagens diária ou tosquias regulares.
Cães Adutos

Para os idosos, muitas vezes é mais vantajoso adquirirem um cão adulto do que um ainda bebé. Isto porque um cão jovem exige muito trabalho: limpar e ensinar onde fazer as necessidades, treinar, etc. Por vezes, os idosos não têm paciência para estar a ensinar um cão jovem e é preferível optarem por um cão adulto. Existem muitos cães abandonados, muitos puros até, em canis ou associações de animais, que já estão ensinados a fazer as necessidades na rua. Ninguém melhor do que os voluntários para lhe descreverem o feitio do cão e saberem se já está ensinado, se gosta de colo e se necessita de exercício.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Plantas venenosas para Gatos

Recentemente a minha gata, a Mimi, adoeceu. Andou a mordiscar umas plantas que eu tinha cá em casa que não fazia a ideia de serem prejudiciais aos gatos. A Mimi andou muito mal, desde vómitos constantes cada vez que ingeria comida, diarreias,  pontinhas de febre, falta de apetite e palidez de gengivas e nariz. Urgentemente fomos ao veterinário e começou a ser medica com anti-bióticos para o estômago e comprimidos para revestir este. E claro, uma alimentação especial gástrica, uma espécie de dieta. Isto tudo, pensa o veterinário, foi devido à necessidade de expelir as bolas de pêlo, e também por frustação de não fazer nada de lúdico.
Quando os gatos vomitam aconselha-se a cortar a comida e a àgua por uma ou duas horas, se o vómito presistir, ir rapidamente ao veterinário.

Aqui deixo o link de um blogue que explicita quais as plantas tóxicas (com imagens destas) para os gatos:

Boas prevenções!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Agradecimento a todos os meus seguidores e visitantes do blogue

Boa noite!

Desde já, queria começar por agradecer a todos os meus seguidores, visitantes e leitores do meu blogue, por deixarem excelentes comentários acerca dos seus animais que para além de serem de estimação, são sem dúvida os nossos grandes amores e ternuras do dia a dia.
Queria deixar aqui também uma excelente novidade!!
Desde do dia 25 de Abril, tenho na minha vida uma linda e ternurenta gatinha! Adoptei-a da rua e até hoje não me arrependo um único dia!
Chama-se Mimi, tem 9 meses, é branca e preta e é a gatinha mais meiguinha e engraçada que já vi! Mesmo sendo uma gata de rua, nunca tivemos um problema sequer. Podemos deixar à vontade a casa toda para ela, não faz qualquer tipo de disparate e comporta-se que nem uma gatinha exemplar.
Só tem um promenor que se torna engraçado: tem medo de entrar à noite, naqueles caixotes de necessidades com tampa! Tivemos que comprar um sem tampa e com um rebordo alto, pois esta dá largas à criatividade ao remexer no areal do caixote!
Estamos muito felizes por a termos na nossa vida! Um dia destes publico uma foto da Mimi!

Um muito obrigado e continuação de bons miminhos aos bichinhos!!

Joana Marcelino

sábado, 17 de março de 2012

Até sempre Bolota

Como já tinha referido, num post anterior, o meu gato, o Bolota, tinha uma doença cardíaca de nome Cardiomiopatia Hipertrófica. Para quem não leu o post e desconhece esta doença aqui escrevo um breve resumo: É uma doença hereditária, normalmente diagnosticada aos 6 anos de idade do felino. Sendo uma doença cardíaca, afecta o coração não permitindo um batimento cardíaco normal, mas sim um excessivo aceleramento fazendo com que o próprio coração ganhe mais massa muscular para que este consiga "apanhar" a pedalada do bombeamento do sangue para o coração. Consequências:  Menor espaço nos ventrículos para o sangue circular, inibição de exercício físico e grandes probabilidades de tromboses, tromboembolias (causadas pelos trombos levando a paralisação dos membros posteriores) e morte súbita. 

Com muita tristeza e amargura minha, o Bolotinha faleceu no passado dia 22 de Fevereiro em consequência de uma tromboembolia que o paralisou os membros posteriores e tirou-lhe a vontade de lutar pela a vida. Foi um caso de excepção, pois a Cardiomiopatia Hipertrófica foi-lhe diagnosticada aos 6 meses de idade, não aos 6 anos e era medicado todos os dias. Mas é uma doença silenciosa e as suas consequências são súbitas e inesperadas. 

Foi um gato profundo, vibrante, rebelde, puro, muito teimoso, guloso, brincalhão, mau caçador mas um brilhante acrobata e malabarista...era traiçoeiro quando lhe convinha e tão malandreco! Só esteve cá em casa 3 anos, e esses três anos pareceram uma eternidade, aproveitou-os até ao último momento, até na hora da partida quis vir morrer a casa e morreu numa madrugada nos nossos braços a debater-se do cansaço e da doença. 
Mudou a maneira de ser de cada um de nós cá de casa. Evoluiu e fez-nos evoluir.  Para mim quando veio cá para casa acalmou-me, ajudou-me a equilibrar os meus pensamentos e sentimentos menos positivos, ensinou-me a acalmar e a desfrutar cada gesto, cada carícia cada rebeldia que ele fazia. Todos os dias lhe sussurrava às suas orelhitas que o amava profundamente e sempre que o fazia recebia uma lambidela na bochecha como se ele me retribuísse esse amor que eu lhe revelava.  

E é assim que o recordo, a dar-me carinhos no meu colo, dando-me beijinhos nas bochechas com a sua língua áspera. 

Sempre soube que eras especial e sempre tive a certeza que me amavas tanto como eu te amo a ti. 
Até sempre honey, que a Luz esteja contigo!

Treinar o cão em casa ou numa escola?

Ao contrário do que se pensa, as escolas de treino de cães ensinam mais o dono do que propriamente o cão. O cão está programado geneticamente para obedecer ao líder. As escolas acabam por ensinar ao dono como assumir-se como líder perante o cão para que este o obedeça.
Contudo, hoje em dia é relativamente fácil encontrar informação que ajuda o dono a treinar o cão em casa. Livros com imagens ou vídeos na internet vão revelando todos os truques aos donos. O que faz com que muitos se questionem sobre a necessidade de levar um cão a uma escola de treino.

As principais vantagens de ir com o seu cão a uma escola são:
-assumir o compromisso, garantindo que naquela hora está completamente dedicado ao cão, o treino não é interrompido por outras questões mais importantes e não é adiado;
-poder explicar e esclarecer as suas dúvidas com um treinador, não só sobre a obediência básica, mas também sobre qualquer outra questão do comportamento canino;
-ter um treino adaptado ao seu cão por um profissional que é capaz de perceber o que melhor se adequa ao cão.

Quando se fala no treino do cão, este deve ser sempre feito pelo dono. Não aceite que o treinador faça o treino por si. Deve ser o dono a dar os comandos ao cão, a andar com ele à trela, etc. Isto permite que o cão o veja como líder a si em vez de atribuir esse papel ao treinador e também melhorar a comunicação entre o dono e o cão.

O treino em casa funciona nas seguintes situações:
-dono tem experiência com cães;
-cão reconhece o dono como líder;
-dono conhece outros cães sociáveis com quem o cão possa ser socializado com confiança;
-dono pretende apenas um cão com obediência básica – senta, deita, fica, larga, entre outros comandos.

A escola de treino é necessária nas seguintes situações:
-dono é inexperiente e não sabe como exercer liderança sobre o cão;
não encontra informação ou os livros/artigos/vídeos que encontra não se adaptam à sua situação;
-dono não conhece outros cães sociáveis ou tem um animal bastante dominante que necessita de uma socialização mais intensa;
-dono não sabe resolver um problema de comportamento que o cão apresenta;
-cão tem traumas, devido a maus tratos ou negligência, que está com dificuldade me ultrapassar;
-dono pretende que o cão pratique agility ou outro desporto canino.

FACTOS E MITOS ACERCA DOS GATOS - O que se diz por ai dos nossos amigos felinos... será verdade?


É só vantagens para ter um gato!

Existem certas crenças populares acerca dos nossos amigos felinos. Verdade? Mentira? Analisemos algumas deles: 

O gato ronrona porque está contente.
Falso. Certos gatos em sofrimento também ronronam. O ronronar indica uma disposição social amigável e pode ser dado como sinal para, por ex., um gato veterano, informando que certo gato com problemas tem necessidade de amizade, ou pode constituir um sinal para o dono, exprimindo o agradecimento pela amizade obtida. O ronronar traduz um comportamento infantil. Os gatinhos ronronam a partir da primeira semana de vida e isso indica à mãe que tudo está bem com a sua prole. Já nos gatos adultos isso traduz uma certa dependência do contacto entre os donos e os gatos. 

Os gatos arranham o sofá por puro prazer. 
Falso. O gato arranha a superfície que ele entende que lhe dá boa chance de eliminar as unhas velhas, renovando as garras. Também o faz para marcar território, colocando aí “marcas de cheiro” imperceptíveis aos nossos precários narizes, visto que os felinos possuem glândulas odoríficas na parte inferior das patinhas. Quanto mais o gato usa essa superfície, mais é atraído a ela, pois possui o seu cheiro. O gato também arranha como forma de exercício, espreguiçando-se. 

Os gatos são traiçoeiros: quando se oferecem de barriga, mordem quem lhes faz festas. 
Falso. O gato deita-se de costas oferecendo a barriga apenas a quem ele considera amigo íntimo. É como se o seu gato dissesse: “ eu mostro-te a minha barriga em demonstração da minha confiança em ti, por adoptar esta postura tão vulnerável na tua presença”. Mas uma coisa é mostrar, outra bem diferente é deixar acariciar! Nem sempre é seguro concluir que um gato nessa posição espera ser acariciado. Muitas vezes a resposta é uma violenta sapatada com as patas traseiras. A região abdominal é tão fortemente protegida que os gatos não apreciam contactos nessa zona. Por isso eles estabelecem um limite que os donos nem sempre entendem: podem ver, mas não devem tocar! 

Os gatos adultos tacteiam o colo dos donos com as patas dianteiras confundindo o dono com a própria mãe. 
Verdadeiro. É deveras aborrecido quando o nosso gato salta para o nosso colo, tendo as unhas compridas, desata a “amassar-nos” com aquelas unhas, baba-se todo e nós ficamos com as pernas doridas e acabamos por mandá-lo para o chão! O pobre gato fica mesmo desapontado! Porquê? Na realidade ele julga que nós somos a mãe-humana dele. São esses os movimentos que ele tinha quando mamava na mãe, a fim de espremer o leite. O babar-se revela a atitude de mamar. Esta reminiscência de comportamento infantil deve-se ao facto que os gatos caseiros continuam a ser cuidados e alimentados por nós humanos, e o gato adulto permanece gatinho em muitos sentidos, encarando-nos como falsas mães. Não faça o gato infeliz! Corte-lhe as unhas e deixe-o “pisar o leite” no seu colo, coitado! 

Os gatos enterram os excrementos porque são asseados 
Falso. Em primeiro lugar é para eliminar o cheiro que exalam. Na realidade, se estivermos perante um gato dominante, ele NÃO ENTERRARÁ os seus excrementos, deixando-os bem à vista para marcar território. O facto dos nossos gatos enterrarem tão bem os excrementos revela o quanto eles se sentem subordinados em relação a nós. Acham-nos fisicamente mais fortes e sabem que controlamos o seu modo de vida (especialmente porque somos nós que lhes fornecemos o seu alimento). Quando um gato deixa as fezes por enterrar é sinal que algo está errado. Pode ser uma questão de auto-afirmação, dominância em relação a outro animal lá em casa ou pode ter aversão ao material absorvente que existe no caixote. 

Os gatos cuidam do pêlo por uma questão de higiene. 
Verdadeiro. Mas não só. Realmente lamber o pêlo amacia-o, permite que ele seja uma capa de isolamento contra as intempéries, mas também ao molhar o pêlo, o gato refresca-se nos dias de maior calor. O gato também se lambe para aliviar o stress. Daí que gatos muito enervados se lambam compulsivamente. Este será um caso a ser visto pelo médico veterinário, se o gato se lamber tanto a ponto de ficar sem pêlo em certas zonas. 
Os gatos também se lambem para ficar com o seu próprio cheiro, ou para eliminar outros cheiros que estejam no pêlo. É o caso do gato que vai lamber o pêlo depois dono lhe ter feito uma festa. O animal vai eliminar o cheiro da mão do dono, substituindo-o pelo cheiro da sua saliva. Os gatos lambem-se para estreitar o seu relacionamento social. Há que ter em atenção a formação das temidas bolas de pêlo no estômago. Fale com o veterinário acerca de uma pasta de malte para a sua eliminação. 

Os gatos abanam a cauda quando estão zangados. 
Verdadeiro. O abanar a cauda reflecte um estado agudo de conflito mental. Colocado perante uma situação difícil em que o animal pode ter duas reacções possíveis, o gato fica quieto e abana a cauda. Quando uma decisão é tomada, acaba o conflito e a cauda fica quieta. Por exemplo, o gato está a ser acariciado. Não lhe apetece receber festas. Ele entra em conflito: ou morde para desencorajar o dono ou foge. A cauda começa a chicotear. Assim que resolve o problema, deixa de abanar a cauda. 

Os gatos odeiam as portas.
Verdadeiro. As portas são um entrave à vida social normal do gato! Por vezes o gato mia para sair de casa. Assim que sai, ao fim de 10 minutos já está a miar para voltar a entrar. Nada mais natural se entendermos o motivo. O gato quer inspeccionar as suas redondezas, recolher informações e avivar as marcas dele deixadas no seu território. Uma curta vistoria para cumprir com todos estes objectivos é o suficiente para pôr o bichano feliz. E é claro, ele não troca o conforto do lar pelo perigoso exterior! 

Os gatos só vêm a preto e branco 
Falso. Estudos recentes provaram que os gatos conseguem distinguir entre o vermelho e o verde, o vermelho e o azul, o vermelho e o cinzento, o verde e o azul, o azul e o cinzento, o amarelo e o azul e o amarelo e o cinzento. Mas seja como for, as cores não são tão importantes na vida dos gatos como são na nossa. 

As gatas com o cio miam por que estão a sofrer 
Falso. O miado constante bem como o acto de se rebolar constitui um comportamento sexual feminino felino normal. É preciso notar que os gatos em circunstâncias normais são silenciosos e até passam despercebidos. A sua comunicação depende muito de sinais olfactórios e não tanto de sons, tal como se passa nos cães. A fim de atrair os machos, as fêmeas em cio têm de adquirir posturas “anormais”, fazendo barulho, rebolando-se, exibindo-se, tudo para atrair os machos. O miado não envolve sofrimento nenhum, assim como qualquer fêmea de qualquer espécie animal com cio não sofre dores nenhumas. 

Ter um gato reduz o stress e melhora a saúde do dono 
Verdade. O contacto físico com um animal reduz bastante o stress dos donos. Basta acariciar um gato para de facto reduzir naturalmente a pressão arterial! Os benefícios para milhões de pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares é indescritível. De vez em quando alguns de nós ficamos feridos e traumatizados psicologicamente. Por vezes deixamos até de confiar nos seres humanos, de tantas decepções nos causarem... para estas pessoas, uma ligação com um gato pode proporcionar grandes recompensas, destruindo as suspeitas e sarando feridas antigas. Cuidar de um animal descontrai e até é usado como terapia em certas instituições de saúde que cada vez mais utilizam os animais como fonte de terapia e apoio psicológico a doentes internados.


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Tube-Nosed Bat

A Nose for Fruit
This tube-nosed fruit bat is just one of the roughly 200 species encountered during two scientific expeditions to Papua New Guinea in 2009—including a katydid that "aims for the eyes" and a frog that does a mean cricket impression, Conservation International announced late Tuesday.

Though seen on previous expeditions, the bat has yet to be formally documented as a new species, or even named. Like other fruit bats, though, it disperses seeds from the fruit in its diet, perhaps making the flying mammal crucial to its tropical rain forest ecosystem.

In all, the expeditions to Papua New Guinea's Nakanai and Muller mountain ranges found 24 new species of frogs, 2 new mammals, and nearly a hundred new insects. The remote island country's mountain ranges—which have yielded troves of new and unusual species in recent years—are accessible only by plane, boat, foot, or helicopter

"Scruffy" New Carnivorous Mammal Found

Revealed Monday, the first new species of meat-eating mammal to be discovered in 24 years bears its teeth for the cameras in a recent picture.

First spotted swimming in Madagascar's Lac Alaotra in 2004, the cat-size creature resembles a "scruffy ferret" or mongoose, said John Fa, a director of conservation science at the U.K.'s Durrell Wildlife Conservation Trust, who was part of the discovery team.

"We biologists are a bit like children," Fa said. "We like new things. So a new species is something that really excites us."

Dubbed Durrell's vontsira in honor of the late conservationist Gerald Durrell, the new carnivore is an especially rare find: "The probability of finding a new herbivore"—or plant-eater—"is always greater, because there're more of them," Fa said. "Carnivores are much more specialized and usually found in low densities."

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Super-rato

O mais esperto do mundo

Esqueça o Mickey Mouse e o Ratatouille. O rato de quem se fala é Hobbie- J, uma fêmea, e não é heroína da BD. Os cientistas acabam de criar o rato mais inteligente do mundo. A modificação de um simples gene trouxe a fama a um ratinho. Tudo começou quando Hobbie-J era apenas um embrião, altura em que Joe Tsien e a sua equipa de trabalho do Medical College da Geórgia, nos Estados Unidos da América, a injectaram com material genético para provocar uma sobre expressão do gene NR2B, responsável pela velocidade de comunicação entre as células do cérebro, e que permitiu que a transacção de informação fosse milesimamente superior ao normal. Isso permite que, hoje, Hobbie-J recorde objectos durante três vezes mais tempo do que é suposto num rato e consiga resolver tarefas complexas, como seja encontrar o caminho por meio de labirintos, onde apenas lhe são dadas pistas parciais. Hobbie-J poderá ser a única ratinha do mundo, um dia, a poder começar uma 'conversa' entre ratos com a típica frase dos avós: “Ainda me lembro de…”

labrador regressa à base 14 meses depois

Tropas australianas recuperam cão perdido na guerra

Sabi, um labrador fêmea preto treinado para detectar bombas e explosivos e um dos bravos dos soldados australianos destacados no Afeganistão, fazia parte de um contingente misto de tropas australianas e afegãs que foi apanhado numa emboscada, em Setembro de 2008. No final da batalha, não havia sinal de Sabi. Durante meses, os militares e companheiros de Sabi encetaram buscas para a encontrar, mas todas se revelaram vãs. Agora, 14 meses depois do seu desaparecimento, Sabi foi encontrada por um militar norte-americano numa base isolada na zona de Uruzgan e devolvida ao seu batalhão, onde recebeu honras de herói. Nada se sabe sobre os meses que esteve desaparecida, onde esteve ou com quem, mas por se encontrar bem de saúde e nutrida, leva a crer que alguém se encarregou de tratar de Sabi, fosse amigo ou inimigo. A guerra tem destas coisas!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Equipa da BBC filma dança de acasalamento da espécie de Dragão Marinho na Austrália


Este acontecimento sem paralelo acontece todos os anos ao largo da Austrália, em águas pouco profundas, no Sul do país, perto de Melbourne, onde estes animais se encontram.Apesar de serem imagens já captadas noutros momentos, viver o acontecimento tem espantado todos os intervenientes nas filmagens da chamada dança do espelho, em que dois animais se põem frente a frente e realizam movimentos similares em conjunto durante um longo período.


Trata-se da dança de acasalamento desta espécie. A captura destas imagens torna-se difícil, porque estes acontecimentos decorrem ao crepúsculo e, se já durante o dia encontrar e identificar estes animais se torna difícil por se misturarem com as algas e passarem muitas vezes despercebidos, com pouca luz a dificuldade aumenta consideravelmente e obriga a elevados níveis de concentração para conseguir manter a visão sobre os animais sem os perder.


Para conseguir encontrar e identificar os melhores locais para colher imagens, foi convidado o especialista Pang Quong, biólogo que desde há longos anos estuda estes animais de forma independente, principalmente em Cabbage Tree Bay.Estas imagens foram recolhidas para um documentário que muito brevemente vai ser exibido na BBC, e que depois, muito possivelmente, será transmitido noutros canais de noutros países.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Pinguins na vanguarda, uma verdadeira lição de vida!


Casal gay adopta cria

Dois pinguins Humboldt machos, a sua relação homossexual e um ovo abandonado.
Estes os três vértices de uma história bem actual. O casal não hesitou em chocar, à vez, o ovo e, quando este eclodiu adoptaram a cria — que havia sido rejeitada pelos progenitores biológicos — como qualquer outro casal hetero. A Natureza é prodigiosa em histórias que nos ensinam verdadeiras lições de vida, mas neste caso, o Homem deu uma ajuda. O caso teve lugar no Zoo de Bremerhaven, na Alemanha, onde os responsáveis decidiram dar uma oportunidade a Z e ao seu companheiro Vielpunkt, após terem sido vistos a tentar chocar uma pedra. A cria, entretanto nascida, faz as delícias dos 'pais' que a tratam com todo o zelo. Casos idênticos já haviam sido observados nesta espécie de pinguins oriunda da faixa costeira do Chile e do Peru, o que levou aquele zoo alemão a testar, em 2005, a orientação sexual desta espécie, cuja população tem vindo a diminuir, fruto da dificuldade de acasalamento.

Centro veterinário de luta contra o cancro

Edimburgo um passo à frente
As mais recentes terapias veterinárias na luta contra o cancro estarão disponibilizadas no novo Centro de Estudos Veterinários da Royal Dick School em Edimburgo, na Escócia. O centro será dirigido pelo professor David Argyle que apresenta o projecto como sendo detentor dos mais sofisticados procedimentos de diagnóstico e terapias para animais que incluem radioterapia. A necessidade de um centro médico desta natureza, o primeiro em toda a Escócia, é justificada pelas estatísticas: um em cada três cães e um em cada cinco gatos desenvolverá algum tipo de cancro, sendo uma das principais causas de morte nos animais domésticos. Felizmente, novos e mais eficazes tratamentos têm sido desenvolvidos.

domingo, 14 de junho de 2009

Abandono de animais

As espécies mais perigosas do mediterrâneo


Este anúncio foi feito pelo fotógrafo Klas Ernflo contratado pelo Governo de Catanunya para aumentar a conscientização ambiental e ajudar a limpar o mar mediterraneo. O Anúncio mostra uma lista das mais perigosas especies (da poluição).

sábado, 13 de junho de 2009

Tartaruga escapa do trânsito na Grande Florianópolis

Tartaruga escapa do trânsito na Grande Florianópolis!

De longe, parecia uma pedra. De perto, escondia a cara. Com a aproximação, encolheu-se. Fechou-se dentro da casa-ambulante que carrega. Ganhou água na carapaça. Nem reagiu. Ficou imóvel. Avisado, o ciclista desvia.

No sentido oposto, o motorista alivia o pé no acelerador. Tudo isso ontem, sob o sol do meio-dia, na estrada-geral da Praia da Pinheira, em Palhoça, na Grande Florianópolis.

O nome lembra ferocidade: Tigre d´água. Mas são as listras amareladas e alaranjadas as responsáveis pela identificação do animal.

Originária do Sul do Brasil, com preferência por lugares como pântanos, banhados e rios; a tartaruga cruzava o asfalto. A espécie pode viver 40 anos. Adulto, o animal pode pesar dois quilos e medir 35 centímetros. Pelo tamanho, esse ainda é jovem.

Está escrito nos livros: a tartaruga-tigre-d´água brasileira (Trachemys dorbigni) é aquática e onívora. Para além do Brasil, a espécie pode também ser encontrada em parte do Uruguai e nordeste da Argentina. É animal da fauna silvestre. Em cativeiro tem a vida encurtada para 30 anos.

Na cena de ontem, a tartaruga que cruzava a estrada pode ter ganho alguns anos a mais. Virou de lado, espichou o pescoço e retomou o caminho do banhado às margens da estrada. Tudo isso, claro, no seu tempo. Não é à toa que o animal é o símbolo da longevidade.

Panda gigante surpreende e dá à luz em zoológico na Tailândia

27/05/09 - Panda gigante surpreende e dá à luz em zoológico na Tailândia

Uma panda gigante fêmea emprestada da China deu à luz um filhote de 200 gramas na cidade tailandesa de Chiang Mai depois de submetida a uma inseminação artificial, informou o zoológico hoje (27).
Os tratadores ficaram surpresos, uma vez que a fêmea, Lin Hui, não vinha mostrando sinais de gravidez depois da inseminação, ocorrida em fevereiro com o sêmen de seu parceiro, Xuang Xuang.
O sexo do bebê ainda não foi determinado. Especialistas chineses em pandas iriam ao local para orientar o zoológico no tratamento do bebê.
A panda fêmea foi inseminada artificialmente depois que uma primeira tentativa falhou, em 2007.
O casal Lin Hui e Chuang Chuang é uma das principais atrações do zoo de Chiang Mai desde que chegaram da China, em 2003. Eles "casaram-se" em 2005 m uma cerimônia tradicional chinesa.
Segundo o acordo entre os dois países, o bebê deve ser devolvido à China quando completar dois anos. Autoridades tailandesas disseram que vão tentar renegociar o acordo para manter o pequeno panda mais tempo no país.




Aquecimento global pode extinguir os Pinguins


Aquecimento global pode extinguir Pinguins Imperiais

Os maiores pinguins do mundo podem ser levados à extinção no final deste século devido ao derretimento do gelo Antárctico causado pelo aquecimento global, segundo revelação feita este mês por cientistas.
Os pinguins imperiais procriam no Mar Antárctico e mergulham do gelo para o mar em busca de krill, peixes e lulas, de que se alimentam.
Pesquisadores liderados pelos biólogos Stephanie Jenouvrier e Hal Caswell usaram modelos matemáticos para prever como a mudança climática e a resultante perda de gelo afectaria esses animais.
Os modelos previram uma queda média de 87% da população, dos 3mil pares actuais para apenas 400 em 2100. Mas alguns modelos chegaram a mostrar um declínio de 95%, colocando as aves em risco de extinção.
“Esse é mais um exemplo de como a mudança climática afecta diversos factores do habitat de animais adaptados para viver em condições extremas e coloca suas populações em risco. È uma situação bastante similar à dos ursos polares do Árctico”, disse Caswell.
“Eu, espero que as pessoas se sensibilizem pelo efeito do aquecimento global em uma espécie tão carismática e percebam que consequências ecológicas graves da mudança climática“, disse Jenouvrier, cujas descobertas foram publicadas pela revista National Academy of Sciences.