| Descendente de selvagens
O Pixie Bob é uma raça relativamente recente, contudo a sua origem parece pouco clara e está envolta em
“São fiéis como cães e aprendem rapidamente”
Tal cão, tal gato Embora fisicamente seja muito parecido com um animal selvagem, este felino é muito calmo e companheiro, chegando mesmo a ser comparado a um cão. É capaz de desenvolver uma estreita e significativa relação com a família de acolhimento. São tão dóceis e sociáveis que podem, inclusivamente, ser passeados na rua, com a utilização de uma coleira. Ao contrário dos outros gatos, mais independentes, este animal é muito afetuoso e chega a ser possessivo para com o seu dono, a quem dá as boas-vindas à porta de casa. Fisionomia exótica A sua pelagem lembra a de um gato selvagem, herança deixada pelo ascendente Bob Cat. Tanto podem ser
“O seu ar selvagem contrasta com a sua personalidade afetuosa”
Bom companheiro As famílias que moram em apartamentos pequenos podem receber um Pixie Bob, sem que este lhes destrua a casa. São animais que se adaptam facilmente e têm um comportamento bastante pacífico. Podem ser bons companheiros de viagem, desde que sejam habituados a isso desde cedo. A sua tranquilidade também faz desta raça de felinos uma das melhores para lidar e conviver diariamente com crianças. Apesar de até ser considerado um bom caçador, o Pixie Bob prefere o conforto do lar às aventuras mais selvagens da vida. Tem sido frequentemente apelidado de “cão disfarçado”, tendo em conta a sua facilidade em aprender quando treinados e a sua imensa coragem. |
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Pixie Bob - Gato companheiro com dedos a mais
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Fox Terrier - O cão de Tintin
Bastante referenciado em histórias de cinema e de banda desenhada, este é um cão muito famoso. Tal como todas as vedetas, este também tem os seus caprichos. Habituado a ambientes de caça, onde é muito bom, o Fox Terrier tende a ser desafiador e teimoso. Conheça mais sobre a raça que caiu nas graças de Eduardo VII, rei de Inglaterra.
Origem A origem do Fox Terrier não é fácil de definir, até porque não existe uma data certa que determine o seu surgimento. Subsiste a ideia, segundo registos da época que, já no tempo da Roma Antiga, existiam cães parecidos com Terriers. Contudo, sabe-se que foi só no século XVIII que a raça se impôs, quando foi desenvolvida por ingleses para coadjuvar o Fox Hound na caça à raposa. O Fox Hound encontrava e cercava as presas, no entanto, devido ao seu tamanho, tinha dificuldades em retirá-las da toca. Nesse aspeto o Fox Terrier foi indispensável. Esta raça tinha a função de afugentar a presa da toca, o que fazia sem dificuldades, porque tinha todas as características a seu favor: era destemido, ágil, forte e compacto. As raposas eram presas fáceis
Tem uma imagem forte, usada tanto no cinema como em banda desenhada
História O Fox Terrier foi companheiro de reis, entreteve multidões no cinema e ganhou mais prémios no Kennel Club de Westminster do que qualquer outra raça. Eduardo VII, rei de Inglaterra, tinha um Fox Terrier de pelo duro que adorava. Chamava-se César e tinha uma coleira com a seguinte inscrição: “Eu sou César. Eu pertenço ao rei”. Conta-se que, em 1910,
Na caça é ótimo a afugentar as presas da toca
Morfologia As duas variedades da raça Fox Terrier tanto podem ser bicolores, como tricolores, sendo que, em qual exquer um dos casos, o branco deve predominar. Nos bicolores as manchas são todas pretas ou todas castanhas, já os tricolores podem ter manchas de ambas as cores. Os de pelo macio quase não necessitam de cuidados com a pelagem, apenas uma escovagem para eliminar os pelos mortos, mas os Fox Terrier de pelo duro, para além desses cuidados, precisam também de cortes periódicos. O tamanho ideal desta raça é de 40 centímetros de comprimento desde a cernelha e pesam, habitualmente, entre os sete e os oito quilos, sendo as fêmeas ligeiramente menores. A sua cabeça é alongada, o crânio um pouco achatado e o focinho afunilado. Têm maxilares fortes e orelhas pequenas, em forma de V e dobradas para a frente, um requisito essencial na raça. Os seus olhos parecem pequenas azeitonas, pois são redondos e escuros, tal como o seu nariz, o que lhe confere um ar meigo. A cauda costuma ser amputada, por volta dos cinco dias de vida, para lhe retirar cerca de um terço do comprimento. Em adultos, a cauda esticada deverá ficar à altura da sua cabeça. O peito é profundo e as pernas musculadas, características distintivas de um excelente cão de caça. Temperamento Este é um cão especial, que requer um dono especial também. Tendo em conta a sua personalidade forte, o ideal é que o dono tenha autoridade e experiência a lidar com animais, mas sem recurso à violência. São cães que agem por impulso e que gostam de explorar, o que, por vezes, faz com que se tornem desafiadores e teimosos. O Fox Terrier está sempre alerta, característica que faz dele um bom cão de guarda. Adora correr, caçar e brincar. Quando posto à prova, pode obter excelentes resultados, provenientes da sua rapidez e agilidade. A atividade que esteve presente na sua origem, a caça, deu-lhe sentido de independência, autoconfiança e determinação. Apesar de não ser um cão de grande porte, precisa de exercício físico constante para se manter em forma e mentalmente saudável.
O seu ar dócil deve-se aos seus olhos e nariz arredondados
Prós e contras O facto de ser um bom cão vigilante e de estar sempre alerta pode causar problemas a quem vive em apartamentos. Uma vez que estranha pessoas desconhecidas e o seu latido é bastante sonoro, tende a incomodar os vizinhos. Contudo, quando bem treinado, pode viver num espaço pequeno sem causar problemas de maior, exceto quando decide cavar um ou outro vaso, uma das suas especialidades. Como tem muita energia, o melhor é entretê-lo com brinquedos. De outra forma, o tédio e o nervosismo preencherão os seus dias. Não é muito dado à vida em comum com outros animais, a não ser que tenha sido criado com eles, podendo tornar-se um pouco conflituoso. Se forem dois machos ou duas fêmeas da mesma raça, a luta pela liderança é garantida. Um dos pontos positivos destes cães é que dificilmente adoecem e são uma das poucas raças que não tem registo de doenças hereditárias. São muito alegres e energéticos, por isso, aconselhados a viver com pessoas que gostam de atividade diária, especialmente crianças, visto que o Fox Terrier dificilmente se cansará das suas brincadeiras. Não devem ser, seguramente, a primeira escolha para a companhia de idosos. |
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Cães indicados para idosos
Os cães "fazem bem" aos idosos, pois os benefícios vão para lá do combate à solidão e estendem-se mesmo ao campo da saúde. Os cães contribuem para uma pressão sanguínea e valores de colesterol mais baixos. Aumentam a actividade física do idoso, contribuem para a socialização do dono com outras pessoas e proporcionam uma maior sensação de segurança.
Parte-se do princípio de que com os anos, o ritmo de vida vai abrandando, que a preparação física vai-se deteriorando e que a necessidade de afectos aumenta. Por esta razão, nem todas as raças são indicadas para idosos.
De pequeno porte – não exige à partida tanto exercício, e um idoso consegue acompanhar a passada destes cães, mesmo quando estes tentam andar depressa. O pequeno porte é também uma mais valia quando o idoso tem de pegar no cão, para, por exemplo, o levar ao veterinário. Os cães de pequeno porte não têm tanta força, o que torna as brincadeiras brutas menos frequentes. É difícil um cão pequeno derrubar um idoso na brincadeira. Se num adulto, uma queda até pode ser engraçada, ou na pior das hipóteses deixar uma nódoa negra, nos idosos, as quedas são bastante mais preocupantes.
Mas tal como os outros donos, os idosos devem ter noção de que têm de passear o cão todos os dias, nem que seja apenas uma volta pelo quarteirão. Ter um cão envolve despesas mensais, comida e veterinário, e que para quem tem uma reforma apertada, poderá ser necessário fazer alguns sacrifícios para poder manter um cão.
- Bichon Frisé – Brincalhão e afectuoso, não é tão pequeno como algumas das raças apresentadas, uma vez que rondam os 30 cm de altura. A pelagem necessita de manutenção diária.
- Bichon Havanês – Tal como os outros bichons, gosta de colo e é bastante protector. Não dispensa os passeios e necessita de escovagens diárias.
- Bichon Maltês - Esta raça é o Bichon mais pequeno, mantendo-se entre os 20 e os 25 cm de altura. Necessita de escovagens diárias.
- Boston Terrier – É um cão amistoso, de pequeno porte e é obediente. Bastante activo, gosta de passear.
- Bouledogue Francês – É um cão maior, que pode atingir os 40 cm. A sua desvantagem é ser teimoso, mas é um cão bastante afectuoso e dependente da família. Devem ser proporcionados dois passeios por dia a este cão.
- Cairn terrier – Os terriers são cães grandes aprisionados em corpos pequenos e este pequeno terrier não foge à regra. É bastante enérgico, não é tão dependente do dono, mas tem a vantagem de não necessitar de tantos cuidados com a pelagem. É, tal como a maioria dos cães pequenos, bastante vocal.
- Caniche Toy – Uma das vantagens do Caniche Toy é o facto de largar pouco pêlo. É assim considerada uma raça hipoalergénica e é uma óptima opção para idosos mais sensíveis. A limpeza da casa não é também tão exigente. Mas por largar pouco pêlo, necessita de tosquias regulares, o que implica uma despesa extra. O Caniche Toy, ou mesmo anão, é afectuoso e adora companhia dos humanos.
- Chihuahua – Pequeno, activo e afectuoso, o Chihuahua é um bom cão de alarme. Por vezes, ladra até demais, o que pode ser incómodo para quem tem vizinhos. É muito protector e afeiçoa-se mais a uma pessoa, podendo revelar-se ciumento.
- Cocker Spaniel – Amigável e afectuoso, o Cocker Spaniel é relativamente calmo dentro de casa. Necessita contudo de mais exercício do que as raças mais pequenas e não se deve negligenciar dois passeios diários. É um cão de porte médio.
- Épagneul Anão Continental – Este pequeno cão é afectuoso e dependente. As suas orelhas arrebitadas dão-lhe uma expressão cómica. São cães que gostam de colo, mas são bastante enérgicos.
- Galguinho Italiano – Os hounds podem ser um desafio para os idosos por necessitarem de bastante exercício. Contudo este pequeno galgo não é mais exigente que um cocker ou um Schnauzer Médio.
- Lulu da Pomerânia – É afectuoso, mas mantém-se independente. Não deixa de dispensar as sessões de colo. Pode tornar-se demasiado vocal se não for ensinado.
- Pug – O Pug é um cão pequeno, amistoso com estranhos e menos ciumento do que a maior parte das raças Toy. Gosta de atenção e de brincar e é um cão que faz rir devido às suas expressões. Apesar de ter os seus momentos de mimos, não é tão “cão de colo” como outras raças.
- Schnauzer – Dependentes, tanto o Schnauzer médio como o miniatura são boa escolhas. A variedade média, já é bastante maior do que as outras raças apresentadas, atingindo os 50 cm e necessita por isso de mais exercício. Ambos gostam de companhia e não suportam ficar sozinhos. São bons cães de alerta.
- Scottish Terrier – Mais protector e também mais activo, o Scottish Terrier necessita de ser passeado. São mais difíceis de treinar e têm um coração de leão, características que lhe valeram a alcunha de “duro de roer”.
- Shih tzu – Companheiros, os cães desta raça necessita de bastante atenção. Ao contrário de outras raças, são relativamente calmos dentro de casa, gostam de colo, mas também brincam. A sua pelagem longa exige manutenção diária, caso contrário, necessita de ser aparada regularmente.
- Yorkshire Terrier – Esta raça tem a particularidade de ser bastante pequena e gostar muito de colo. Contudo, a pelagem longa exige escovagens diária ou tosquias regulares.
Para os idosos, muitas vezes é mais vantajoso adquirirem um cão adulto do que um ainda bebé. Isto porque um cão jovem exige muito trabalho: limpar e ensinar onde fazer as necessidades, treinar, etc. Por vezes, os idosos não têm paciência para estar a ensinar um cão jovem e é preferível optarem por um cão adulto. Existem muitos cães abandonados, muitos puros até, em canis ou associações de animais, que já estão ensinados a fazer as necessidades na rua. Ninguém melhor do que os voluntários para lhe descreverem o feitio do cão e saberem se já está ensinado, se gosta de colo e se necessita de exercício.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Fox Terrier
Personagem de banda
desenhada
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Bastante referenciado em histórias
de cinema e de banda desenhada, este é um cão muito famoso. Tal como todas as
vedetas, este também tem os seus caprichos. Habituado a ambientes de caça, onde
é muito bom, o Fox Terrier tende a ser desafiador e teimoso. Conheça mais sobre
a raça que caiu nas graças de Eduardo VII, rei de Inglaterra.
Origem A origem do Fox Terrier não é fácil de definir, até porque não existe uma data certa que determine o seu surgimento. Subsiste a ideia, segundo registos da época que, já no tempo da Roma Antiga, existiam cães parecidos com Terriers. Contudo, sabe-se que foi só no século XVIII que a raça se impôs, quando foi desenvolvida por ingleses para coadjuvar o Fox Hound na caça à raposa. O Fox Hound encontrava e cercava as presas, no entanto, devido ao seu tamanho, tinha dificuldades em retirá-las da toca. Nesse aspeto o Fox Terrier foi indispensável. Esta raça tinha a função de afugentar a presa da toca, o que fazia sem dificuldades, porque tinha todas as características a seu favor: era destemido, ágil, forte e compacto. As raposas eram presas fáceis
Tem uma imagem forte, usada tanto
no cinema como em banda desenhada
História O Fox Terrier foi companheiro de reis, entreteve multidões no cinema e ganhou mais prémios no Kennel Club de Westminster do que qualquer outra raça. Eduardo VII, rei de Inglaterra, tinha um Fox Terrier de pelo duro que adorava. Chamava-se César e tinha uma coleira com a seguinte inscrição: “Eu sou César. Eu pertenço ao rei”. Conta-se que, em 1910,
Na caça é ótimo a afugentar as
presas da toca
Morfologia As duas variedades da raça Fox Terrier tanto podem ser bicolores, como tricolores, sendo que, em qual exquer um dos casos, o branco deve predominar. Nos bicolores as manchas são todas pretas ou todas castanhas, já os tricolores podem ter manchas de ambas as cores. Os de pelo macio quase não necessitam de cuidados com a pelagem, apenas uma escovagem para eliminar os pelos mortos, mas os Fox Terrier de pelo duro, para além desses cuidados, precisam também de cortes periódicos. O tamanho ideal desta raça é de 40 centímetros de comprimento desde a cernelha e pesam, habitualmente, entre os sete e os oito quilos, sendo as fêmeas ligeiramente menores. A sua cabeça é alongada, o crânio um pouco achatado e o focinho afunilado. Têm maxilares fortes e orelhas pequenas, em forma de V e dobradas para a frente, um requisito essencial na raça. Os seus olhos parecem pequenas azeitonas, pois são redondos e escuros, tal como o seu nariz, o que lhe confere um ar meigo. A cauda costuma ser amputada, por volta dos cinco dias de vida, para lhe retirar cerca de um terço do comprimento. Em adultos, a cauda esticada deverá ficar à altura da sua cabeça. O peito é profundo e as pernas musculadas, características distintivas de um excelente cão de caça. Temperamento Este é um cão especial, que requer um dono especial também. Tendo em conta a sua personalidade forte, o ideal é que o dono tenha autoridade e experiência a lidar com animais, mas sem recurso à violência. São cães que agem por impulso e que gostam de explorar, o que, por vezes, faz com que se tornem desafiadores e teimosos. O Fox Terrier está sempre alerta, característica que faz dele um bom cão de guarda. Adora correr, caçar e brincar. Quando posto à prova, pode obter excelentes resultados, provenientes da sua rapidez e agilidade. A atividade que esteve presente na sua origem, a caça, deu-lhe sentido de independência, autoconfiança e determinação. Apesar de não ser um cão de grande porte, precisa de exercício físico constante para se manter em forma e mentalmente saudável.
O seu ar dócil deve-se aos seus
olhos e nariz arredondados
Prós e contras O facto de ser um bom cão vigilante e de estar sempre alerta pode causar problemas a quem vive em apartamentos. Uma vez que estranha pessoas desconhecidas e o seu latido é bastante sonoro, tende a incomodar os vizinhos. Contudo, quando bem treinado, pode viver num espaço pequeno sem causar problemas de maior, exceto quando decide cavar um ou outro vaso, uma das suas especialidades. Como tem muita energia, o melhor é entretê-lo com brinquedos. De outra forma, o tédio e o nervosismo preencherão os seus dias. Não é muito dado à vida em comum com outros animais, a não ser que tenha sido criado com eles, podendo tornar-se um pouco conflituoso. Se forem dois machos ou duas fêmeas da mesma raça, a luta pela liderança é garantida. Um dos pontos positivos destes cães é que dificilmente adoecem e são uma das poucas raças que não tem registo de doenças hereditárias. São muito alegres e energéticos, por isso, aconselhados a viver com pessoas que gostam de atividade diária, especialmente crianças, visto que o Fox Terrier dificilmente se cansará das suas brincadeiras. Não devem ser, seguramente, a primeira escolha para a companhia de idosos. |
Agir contra a Coriza dos Gatos
O seu gato está em risco?
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Plantas venenosas para Gatos
Boas prevenções!
sábado, 17 de março de 2012
Treinar o cão em casa ou numa escola?
FACTOS E MITOS ACERCA DOS GATOS - O que se diz por ai dos nossos amigos felinos... será verdade?
Animal da Semana - Pixie Bob
Descendente de selvagens
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Animal da Semana - Sphynx - O gato sem pêlo!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
"Scruffy" New Carnivorous Mammal Found
First spotted swimming in Madagascar's Lac Alaotra in 2004, the cat-size creature resembles a "scruffy ferret" or mongoose, said John Fa, a director of conservation science at the U.K.'s Durrell Wildlife Conservation Trust, who was part of the discovery team.
"We biologists are a bit like children," Fa said. "We like new things. So a new species is something that really excites us."
Dubbed Durrell's vontsira in honor of the late conservationist Gerald Durrell, the new carnivore is an especially rare find: "The probability of finding a new herbivore"—or plant-eater—"is always greater, because there're more of them," Fa said. "Carnivores are much more specialized and usually found in low densities."
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Chow Chow - Animal da semana
No dia em que Deus pintou o céu de azul, escorreram algumas gotas de tinta para a Terra, as quais o curioso Chow Chow acabaria por lamber, tingindo-lhe, para sempre, a língua de azul. Assim dita a lenda a razão pela qual esta raça de cães tem a língua azulada. Não acredita? Então, que outra justificação poderia haver?
Origem
Mais do que em factos, há crenças no que à origem da raça diz respeito. Existe uma forte probabilidade de que tenha surgido no Círculo Árctico de onde, mais tarde, terá descido, em direcção à Mongólia e Sibéria. Terras brancas de frio e neve, que justificam a necessidade de um pêlo espesso e resistente, capaz de o manter quente durante os rigores do Inverno nestas paragens tão a Norte do planeta. Pelagem que foi também a sua maldição, pois era não apenas cobiçada como utilizada no fabrico de vestuário. A acreditar nesta possível origem — que do seu lado tem a semelhança dos primeiros fósseis de cães com o actual Chow Chow —, há autores que defendem que do Chow Chow terão derivado outras raças como o Samoyedo, o Elkhound norueguês, o Keeshound ou o Pomeranian. Quem não se atreve a recuar tanto em hipóteses ancestrais, ainda que plausíveis, fixa-se em factos que ficaram documentados e que situam a sua origem nuns, ainda assim, longínquos 2000 anos, altura em que, surge representado em esculturas e pinturas em porcelanas chinesas da Dinastia de Han, que se estendeu de 206 a.C. a 22 d. C. Por estas, percebe-se que a raça era utilizada pelos imperadores da China na caça ao faisão, aos lobos, cumpria funções de guarda e era ainda um cão de trabalho e de tracção: puxava trenós. Pode ainda arriscar-se que é um parente do Shar-Pei, com quem partilha a particularidade da língua azul.
Na China imperial era utilizado na caça, no pastoreio, e como cão de guarda e tracção, puxando trenós
A raça manteve-se uma exclusividade do oriente até finais do século XVIII, altura em que chegou a um jardim zoológico de Inglaterra. Só aí, o Chow Chow, que até então tinha vivido na sombra dos célebres Pequinês, Lhasas e Shih-Tzu, raças com honras reais, foi catapultado para o estrelato, principalmente após o interesse que a rainha Vitoria revelou por estes cães com juba. Em 1890 funda-se o primeiro clube da raça, que não tarda a chegar aos Estados Unidos e ao Canadá. No séc. XX, atinge um confortável patamar de popularidade ao qual não são alheios dois factores de peso: o seu aspecto patusco, que tem tanto de leão como de urso, e o facto de ser o eleito de celebridades mundialmente conhecidas como o médico austríaco Sigmund Freud, pai da psicanálise.
Morfologia
Altura — Entre os 48 e os 56 cm, no caso dos machos, e entre os 46 e os 51 cm, no caso das fêmeas.
Peso — Entre os 20 e os 32 quilos.
Porte — Médio.
Pelagem — Existe a versão de pêlo curto, em que este se apresenta abundante, denso, liso e macio, e a versão de pêlo comprido, igualmente denso e liso, bastante abundante, encorpado e rude, particularmente exuberante à volta do pescoço, zona onde forma uma estola a lembrar a juba dos leões.
Cor — Vermelho, azul, preto, gamo e creme.
Cabeça — Volumosa, larga e achatada. Focinho e nariz largos.
Olhos — Pequenos, amendoados e escuros.
Orelhas — Pequenas, arredondadas e erectas
Língua — Azul. Um traço que o assemelha a alguns ursos de pequeno porte.
Corpo — Compacto e bem proporcionado. Peito largo e pescoço forte. Dorso curto, horizontal e forte.
Membros — Musculados e com forte estrutura óssea mas com pouca angulação articular o que faz com que, principalmente as patas traseiras, se mantenham rectas o que lhe confere a sua peculiar forma de caminhar. Pés arredondados, a lembrar os dos gatos.
Cauda — Inserção alta.
Temperamento
O Chow Chow é um cão calmo, reservado na demonstração de afectos, silencioso e muito independente e auto- confiante. É ainda corajoso e deveras sensível. Trocando adjectivos por miúdos, esteja consciente de que é um cão extraordinário, fiel e dedicado ao dono, a um dono em particular, mas cujo temperamento tende a impor-se como o elemento dominante da família. Cabe ao dono refrear a sua ânsia de chefiar a sua matilha/família. O treino deve começar logo em cachorro, ser firme, persistente e rigoroso, para quebrar a sua teimosia, mas deve igualmente ser revestido de muita calma e paciência, uma vez que é muito sensível. Deve ser bem sociabilizado desde tenra idade, seja com pessoas ou outros animais, uma vez que se revela muito desconfiado perante estranhos (não esquecer que é um cão de guarda), e relativamente conflituoso com outros cães, e nem sempre tolerante com outros animais (não é à toa que tem jeito para o pastoreio). Imponha regras e normas que o animal tem de seguir e mantenha-se firme no cumprimento das mesmas, sem abrir excepções. Ele precisa de sentir uma liderança forte por parte do dono. Se for bem sucedido, vai obter um excelente e bem comportado companheiro. Se não conseguir impor-se como líder, poderá ter problemas sérios para resolver, como acontece com qualquer outra raça de carácter dominante e possessivo. Não é um cão que exija demasiados mimos. Claro está que cada animal tem o seu carácter, independentemente das características próprias de cada raça.
Freud, médico considerado o pai da psicanálise, tinha um cão de raça Chow Chow
Prós e Contras
Escovagem — Duas a três vezes por semana. Deve habituá-lo desde pequeno a este ritual de higiene que vai ajudar a manter o esplendor da sua pelagem e eliminar assiduamente a considerável quantidade de pêlo que regularmente lhe cai, com maior intensidade na altura da muda. Nesse sentido, não são uma raça aconselhável a quem sofra de alergias.
Exercício físico — A rotina diária deve contemplar cerca de uma hora de exercício, evitando as horas mais quentes do dia, pois sofre com o calor. Desde que exercitados diariamente, o que ajuda a contrariar a sua tendência para a preguiça e a limar alguns problemas de comportamento, adaptam-se e são felizes vivendo em apartamentos.
Pele — Bastante sensível ao calor, o que implica que, caso vivam fora de portas, tenham um local fresco e à sombra onde se possam refugiar.
Saúde — É uma raça saudável sem historial de doenças geneticamente transmissíveis, que mereça menção. Podem viver entre os nove e os 15 anos.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Poção mágica
Domésticos & Selvagens
sábado, 13 de junho de 2009
Curiosidades sobre animais
Muitos insectos voadores acabam por encontrar a morte junto de lâmpadas eléctricas, pelas quais revelam uma atracção doentia. A explicação prende-se com o facto de os insectos nocturnos, quando saem em busca de alimento, se orientarem pelo luar, pois este dá-lhes coordenadas sobre a direcção a tomar. Como a luz eléctrica está mais próxima do que a lua, passa a ser a sua referência.
Os animais também sonham!!
Pequenino ou compacto?
Os recordes do colibri
- É o pássaro mais pequeno do mundo: seis centímetros do bico à cauda.
- As suas batidas cardíacas podem atingir as 2000 por minuto.
- Consegue bater as asas 80 vezes num segundo, o que lhe permite manter-se estático no ar e voar em qualquer direcção.
- Foi com base em estudos sobre os seus movimentos aéreos que os engenheiros aeronáuticos desenvolveram o helicóptero.
- É o único pássaro do mundo a conseguir voar em marcha-atrás.

