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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Animais em extinção

Desde que a terra existe, muitas espécies de animais foram desaparecendo, principalmente devido à destruição imposta pelo Homem.Em todo o Mundo, o tráfico ilegal de animais vivos, floresce. Os coleccionadores privados, laboratórios de pesquisa, lojas de animais, jardins zoológicos, circos e até curandeiros da Ásia são o principal mercado consumidor. É o terceiro maior negócio em contrabando depois das drogas e das armas.Nos últimos 300 anos provocámos a extinção em massa de milhões de espécies diferentes. Interesses económicos, poluição, crescimento urbano, introdução de espécies mais dotadas em habitats onde não existiam e outras manifestações da nossa “civilização” fazem com que, de 15 em 15 minutos, desapareça para sempre, uma espécie vegetal ou animal.

Europa
O continente europeu tem vindo a sofrer, ao longo dos tempos, uma enorme transformação na sua paisagem natural. Desde as zonas mais recônditas da Russia até às planicíes de Portugal é possível encontrar uma grande biodiversidade. Assim como a fauna e a flora variam do Norte para o Sul da Europa, da Europa Ocidental para a Europa de Leste, assim também há uma jurisdição não uniforme nos vários países europeus. Cada país tem as suas próprias leis de conservação e protecção da vida animal. Estas leis são insuficientes e muitas vezes omissas o que levou à extinção do Urso-pardo e do Cavalo selvagem, em alguns países europeus.
Ameaçados de extinção estão também o Lobo e o Lince ibérico, outrora abundantes em toda a floresta mediterrânica, mas que só se encontram agora em algumas reservas naturais portuguesas e espanholas.
Temos muito que fazer se queremos apreciar estas e outras espécies.

Exemplos:

Nome popular: Águia-real

Número de crias: 1 a 3 ovos.

Tempo médio de vida: Máximo de 32 anos em liberdade; máximo de 46 anos em cativeiro. Estado de conservação da espécie: Está em vias de extinção porque o homem destruiu o seu habitat e teima em roubar-lhe a sua fonte de alimento: a caça.










Nome popular: Lince-Ibérico

Nome Científico: Lynx pardinus

Distribuição geográfica: Portugal e Espanha.

Período de gestação: Varia entre 63 e 74 dias.

Número de crias: 1 a 4Tempo médio de vida: Até 13 anos.

Estado de conservação da espécie: O lince-ibérico é actualmente considerado o felino mais ameaçado do mundo e encontra-se classificado como espécie em perigo de extinção pelos Livros Vermelhos de Portugal, Espanha e UICN. Também se encontra protegido pela Convenção de Berna e pela Convenção que regulamenta o Comércio de Espécies Selvagens, sendo considerado pela Directiva Habitats como uma espécie prioritária. As principais ameaças à sua sobrevivência são a acentuada regressão do coelho-bravo e a destruição dos habitats mediterrânicos.
















Nome popular: Lobo-Ibérico.

Nome Científico: Canis lupus signatus

Distribuição geográfica: Norte da Península Ibérica.Habitat natural: Florestas.

Período de gestação: cerca de 2 meses.Número de crias: 3 a 8

Tempo médio de vida: Vivem um máximo de 15 anos.

Estado de conservação da espécie: As causas do declínio do lobo são a sua perseguição directa e o extermínio das suas presas selvagens. O declínio é actualmente agravado pela fragmentação e destruição do habitat e pelo aumento do número de cães vadios/assilvestrados.





















Nome Científico: Lutra lutra

Distribuição geográfica: Vive na Europa, Ásia, porção sul da América do Norte e ao longo de toda a América do Sul, incluindo o Brasil e a Argentina.

Período de gestação: Cerca de 2 meses.

Número de crias: A ninhada pode ter entre 1 a 5 crias, sendo 2 a 3 o mais usual.

Tempo médio de vida: Vive entre 6 a 8 anos.

Estado de conservação da espécie: Classificada como Vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Entre os vários factores que colocam a espécie em perigo contam-se: a poluição e destruição dos ambientes aquáticos e ripícolas, o uso de pesticidas na agricultura que afecta a qualidade da água dos rios, os atropelamentos e a perseguição directa por parte do Homem devido à concorrência pelo peixe. Há a contar ainda com o facto de a sua pele ter um elevado valor no sector têxtil.



















Nome popular: Urso Pardo

Nome Científico: Ursus arctos

Distribuição geográfica: América do Norte, Ásia e Europa.

Habitat natural: São encontrados desde florestas densas a pradarias subalpinas e tundra árctica.Período de gestação: Varia de 180 até 266 dias.

Número de crias: 2 ou 3

Tempo médio de vida: 20 a 30 anos.Estado de conservação da espécie: A espécie encontra-se ameaçada, entre outros factores, pela destruição do seu habitat natural e pela poluição.


África

Este é, porventura, o continente que mais associamos à natureza selvagem. De facto, muitos dos animais que vemos em jardins zoológicos e circos (os elefantes, as zebras, os macacos, os leões, etc...) são originários de África.Mas a caça furtiva tem vindo a diminuir o número de populações no seu habitat natural (as florestas, as savanas e as montanhas deste continente).Sabemos quais são as espécies mais ameaçadas, mas fazemos pouco para as proteger, se bem que a responsabilidade desta tarefa deva ser atribuída aos governantes, que infelizmente estão mais preocupados com a sua fortuna pessoal, do que com a destruição de grandes extensões de mata selvagem.Consequentemente, os animais e plantas que ali vivem são os grandes prejudicados.

Exemplos:
Nome popular: Gorila da MontanhaNome Científico: Gorilla gorilla beringei Distribuição geográfica: Este do Zaire, Ruanda, Uganda, a altitudes entre os 1600 m e os 4000 m. Número de crias: 1, gémeos raros Tempo médio de vida: 35 anos Estado de conservação da espécie: Esta espécie encontra-se em perigo de extinção, devido à caça e à destruição do seu habitat natural.


Nome popular: Elefante Nome Científico: Loxodonta africana (Elefante africano da savana); Loxodonta cyclotis (Elefante africano da floresta).Distribuição geográfica: África subsariana Número de crias: 1Tempo médio de vida: 70 anos.Estado de conservação da espécie: A caça de elefantes, causada principalmente pelo seu marfim – muito apreciado na China e na Índia, reduziu significativamente as populações de elefantes africanos. Actualmente, o elefante africano está em vias de extinção e têm-se tomado medidas para proteger esta espécie.


Nome popular: Leão Nome Científico: Panthera leo Distribuição geográfica: África, pequena porção na Índia, Balcãs e Grécia. Período de gestação: De 102 a 113 dias.Número de crias: De 2 a 3 Tempo médio de vida: 20 anos.Estado de conservação da espécie: Não globalmente ameaçado de extinção, mas vulnerável.


Nome popular: Rinoceronte negroNome Científico: Diceros bicornis Distribuição geográfica: África do Sul, Quénia, Malawi, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia e Zimbabué. Número de crias: 1Tempo médio de vida: Cerca de 35 anos. Estado de conservação das espécies: Todas as espécies de rinocerontes se encontram ameaçadas de extinção, devido ao facto de serem muito pouco férteis – cada fêmea só tem uma cria de 2 em 2 anos – e, portanto, muito vulneráveis à caça, para além de sofrerem pela destruição do seu habitat. Eles têm sido caçados intensivamente porque praticamente todas as suas partes são usadas na medicina tradicional. A parte mais valiosa é o corno, que tem sido usado como afrodisíaco, para curar febres, para cabos de adagas, ou para preparar uma poção que supostamente permite detectar venenos.


Nome popular: Chimpanzé Nome Científico: Pan TroglodytesDistribuição geográfica: Ocidente e centro de África, norte do rio Zaire, do Senegal à Tanzânia. Número de crias: 1, gémeos raros Tempo médio de vida: 40 a 45 anos.Estado de conservação da espécie: Devido à destruição do seu habitat e à caça ilegal de chimpanzés pelo mercado de carne e de animais, pensa-se que restam apenas 150.000 chimpanzés nos bosques e florestas da África Central e Ocidental. Há um século atrás havia aproximadamente dois milhões.

América
O continente americano vai desde o gélido Canadá até às terras quentes da Argentina. Neste continente existe uma panóplia de países que têm uma diversidade única no nosso planeta. Aqui podemos encontrar a floresta amazónica, a ela associamos sempre o extenso rio com o mesmo nome e os seus muitos animais e plantas. A Amazónia é de facto o ex-librís das Américas.Mas é no norte deste continente, que existe o mais rico país do mundo: os E.U.A. Com a sua variedade enorme de animais e plantas, com muitas reservas naturais, (Yellowstone, Montanhas Rochosas, Deserto do Arizona, Everglades, Bacia do Mississipi...) este país tem conseguido salvar alguns animais como o B úfalo, o Puma, os Lobos, etc.Na zona central temos também de referir a importância de países como a Costa Rica, Honduras ou El Salvador (na preservação de Ocelotes, Pumas, Ursos, etc...).Na América do Sul o Brasil é de facto o país de referência para quem quer ver no seu estado selvagem o Jaguar, a Arara, o Lobo guará, o Papa-formigas, o Mico-leão, entre outros. Se estes países, de Norte a Sul, conseguirem salvar estas e outras espécies, então será uma vitória para todo o Mundo.
Exemplos:
Nome popular: Arara Azul Grande Nome Científico: Anodorhynchus hyacinthinus Distribuição geográfica: Norte e Nordeste do Brasil. Vive nas matas do interior do Brasil: Maranhão, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. Hoje é raro encontrá-la em liberdade. Mas, no interior da Bahia, ainda podemos encontrar alguns espécimes em liberdade.



Número de crias: Costumam nascer 2 crias de cada vez. São alimentadas pelos adultos, que regurgitam a comida. Elas chegam à idade adulta aos 6 meses.Tempo médio de vida: 30 anos. Estado de conservação da espécie: Esta espécie está em extinção, principalmente devido à destruição do seu habitat natural e à expansão humana para os territórios que antes eram “propriedade” das araras e que agora se “humanizaram”.

Nome popular: JaguarNome Científico: Panthera onca Distribuição geográfica: Actualmente está oficialmente extinto nos Estados Unidos. É muito raro no México, mas ainda pode ser encontrado na América Latina, incluindo o Brasil. Número de crias: 1 ou 2Tempo médio de vida: 20 anosEstado de conservação da espécie: A destruição de habitats aliada à caça predatória, devido principalmente ao alegado prejuízo económico causado às criações de animais domésticos, faz com que as populações tenham sido drasticamente reduzidas. A espécie é classificada como vulnerável.

Nome popular: OceloteNome Científico: Leopardus pardalis Distribuição geográfica: Actualmente ocorre em toda a América Latina excepto no Chile. Nos Estados Unidos a espécie foi praticamente extinta. Número de crias: 2 ou 3 Tempo médio de vida: De 13 até 17 anos. Estado de conservação da espécie: A caça intensiva a este animal, motivada pela beleza da sua pele, motivou a redução drástica do número de indivíduos. Com a lei de proibição à caça este comércio diminuiu e hoje a principal ameaça a este felino é a destruição de seu habitat. A espécie é classificada como ameaçada de extinção.

Nome popular: PumaNome Científico: Felis concolor Distribuição geográfica: Américas, desde o Canadá até quase o extremo da América do Sul.Número de crias: 2 a 3 Tempo médio de vida: 15 anos.Estado de conservação da espécie: A redução do seu habitat natural, a competição de outros grandes felinos pela caça, a redução do número de animais que constituem a sua base de alimentação e a perseguição movida pelo Homem, na ânsia de proteger os seus rebanhos, colocaram a Puma em risco.

Nome popular: Tartaruga MarinhaNome Científico: Dermochelys coriácea Distribuição geográfica: Águas mornas e temperadas ao longo do mundo. Número de crias: De 1 a 2 centenas de ovos por vez.Tempo médio de vida: Cerca de 180 anos. Estado de conservação da espécie: A poluição, as redes de pesca em que ficam presas e a procura dos seus ovos pela cozinha asiática têm reduzido significativamente esta espécie.

Nome popular: Tucano Nome Científico: Ramphastos tocoDistribuição geográfica: Região Norte e Central da América do Sul.Número de crias: 2 a 4 ovos.Tempo médio de vida: 15 anos.Estado de conservação da espécie: Tem a sua existência ameaçada no seu habitat natural, a selva amazónica, mas os esforços do governo brasileiro já revelam um aumento no número destas aves. Apesar disto já está extinta no estado federal de São Paulo.

Ásia
É na Ásia que se encontra um dos animais ameaçados de extinção mais conhecidos: o Panda Gigante.
A destruição do habitat natural dos animais, combinada com a poluição têm-se revelado uma mistura "explosiva". A verdade é que, se excluirmos a caça, estes dois factores são os principais responsáveis pela redução significativa de determinadas espécies animais.
Por outro lado, a caça intensiva - seja com vista à obtenção de peles para o mercado têxtil (Tigre, Leopardo, etc.); seja com vista à obtenção de partes dos animais para outros mercados (corno de Rinoceronte para a Medicina Tradicional, marfim de Elefante para o mercado de arte, etc.) ou ainda para consumo humano - tem-se revelado uma perigosa inimiga de muitas espécies animais.

Exemplos:
Nome popular: Leopardo das NevesNome Científico: Panthera unciaDistribuição geográfica: Entre 3 000 e 6 000 metros, nos Himalaias e nas montanhas do norte da China.Número de crias: Em média 3.Tempo médio de vida: 20 anos.Estado de conservação da espécie: Encontra-se em vias de extinção.


Nome popular: Panda GiganteNome Científico: Ailuropoda melanoleuca Distribuição geográfica: Sul da China e Tibete.
Número de crias: 2Tempo médio de vida: A média de vida dos Pandas é de 10 a 15 anos no seu habitat selvagem e até 30 anos em cativeiro. Estado de conservação da espécie: A devastação das florestas asiáticas, a lenta reprodução do bambu (base alimentar do Panda), o excesso de burocracia, ineficiência e a caça voraz colocaram o panda sob sério risco de extinção. Dificultando ainda mais a preservação da espécie, a sua capacidade de procriar é mínima.


Nome popular: Panda VermelhoNome Científico: Ailurus fulgensDistribuição geográfica: Nepal, no Sikkim, norte da Birmânia e sul da China.Número de crias: 1 a 4Tempo médio de vida: 8 a 10 anos.Estado de conservação da espécie: A espécie encontra-se ameaçada devido sobretudo à destruição do seu habitat.


Oceania

Quando se fala da Oceânia pensamos imediatamente na imensa ilha que é a Austrália.Esta é a zona do planeta que associamos normalmente a animais como os cangurus, crocodilos, tubarões, avestruzes, etc... Mas além destes animais temos muitos mais, além de inúmeras plantas e insectos raros. A Oceania abrange a Austrália, a Nova Zelândia, a Papua Nova Guiné e ainda imensas ilhas no oceano Pacífico (como as ilhas Cook). A grande barreira de Coral ao longo da costa australiana tem uma das maiores concentrações de espécies marinhas do mundo ( Tubarões brancos, serpentes marinhas, etc...).Mas relativamente aos animais em vias de extinção, não podemos deixar de referir o Diabo da Tasmânia, o Ornitorrinco, etc. Neste continente existe uma preocupação muito grande pelas espécies ameaçadas pelo Homem. O Koala, o Ornitorrinco e o Diabo da Tasmânia estão a ser salvos em reservas próprias por toda a Oceânia.

Exemplos:

Nome popular: Diabo da TasmâniaNome Científico: Sarcophilus harrisii Distribuição geográfica: Ilha da Tasmânia.Número de crias: 3 ou 4Tempo médio de vida: 7 a 9 anos.Estado de conservação da espécie: O Diabo da Tasmânia foi caçado durante a colonização por agricultores, que viam os seus galináceos mortos por este animal. Por outro lado, pensa-se que os Dingos são responsáveis pela erradicação do Diabo da Tasmânia da Austrália. Actualmente o Diabo da Tasmânia é uma espécie protegida.


Nome popular: KoalaNome Científico: Phascolarctos cinerus Distribuição geográfica: Sudeste e Nordeste da AustráliaNúmero de crias: 1Tempo médio de vida: 17 anos.Estado de conservação da espécie: Estes marsupiais encontram-se num processo de extinção que se iniciou com a colonização inglesa na Austrália onde surgiu o culto de caçar e matar Koalas para usar a sua pele. Hoje, a caça não é o maior risco enfrentado pelos Koalas que são mortos por queimadas nas florestas e por falta de árvores que são cortadas pelos lenhadores. Ao perder a sua casa e alimento, os Koalas acabam por se moverem para as cidades, onde são mortos, atropelados em estradas ou por cães.


Nome popular: OrnitorrincoNome Científico: Ornithorhynchus anatinusDistribuição geográfica: Secção oriental da Austrália e ilha da Tasmânia.Número de crias: 2 ou 3 ovos em cada postura.Tempo médio de vida: 15 anosEstado de conservação da espécie: A poluição dos rios e lagos tem destruído significativamente a população de ornitorrincos.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Cães indicados para idosos

Com o avançar dos anos, um animal pode ser uma óptima forma de combater a solidão que muitas vezes assola a vida dos mais velhos. O cão está entre os melhores amigos do Homem em geral e, desde que seja escolhida a raça ideal, torna-se especialmente companheiro dos idosos em particular.

Os cães "fazem bem" aos idosos, pois os benefícios vão para lá do combate à solidão e estendem-se mesmo ao campo da saúde. Os cães contribuem para uma pressão sanguínea e valores de colesterol mais baixos. Aumentam a actividade física do idoso, contribuem para a socialização do dono com outras pessoas e proporcionam uma maior sensação de segurança.

Parte-se do princípio de que com os anos, o ritmo de vida vai abrandando, que a preparação física vai-se deteriorando e que a necessidade de afectos aumenta. Por esta razão, nem todas as raças são indicadas para idosos.
O cão ideal para um idoso deve ser:

De pequeno porte – não exige à partida tanto exercício, e um idoso consegue acompanhar a passada destes cães, mesmo quando estes tentam andar depressa. O pequeno porte é também uma mais valia quando o idoso tem de pegar no cão, para, por exemplo, o levar ao veterinário. Os cães de pequeno porte não têm tanta força, o que torna as brincadeiras brutas menos frequentes. É difícil um cão pequeno derrubar um idoso na brincadeira. Se num adulto, uma queda até pode ser engraçada, ou na pior das hipóteses deixar uma nódoa negra, nos idosos, as quedas são bastante mais preocupantes.
 
Cão de "colo" – os idosos geralmente não têm energia, vontade ou paciência suficiente para exercitar um cão ou brincar muito com ele. Preferem geralmente afagar o pêlo e actividades mais calmas. Por isso o cão ideal deverá ser um cão que seja capaz de brincar sozinho, que necessite de pouco exercício e que goste de ser acariciado. Os “cães de colo” cabem nesta definição.

Mas tal como os outros donos, os idosos devem ter noção de que têm de passear o cão todos os dias, nem que seja apenas uma volta pelo quarteirão. Ter um cão envolve despesas mensais, comida e veterinário, e que para quem tem uma reforma apertada, poderá ser necessário fazer alguns sacrifícios para poder manter um cão.
Raças mais aconselhadas
  • Bichon Frisé – Brincalhão e afectuoso, não é tão pequeno como algumas das raças apresentadas, uma vez que rondam os 30 cm de altura. A pelagem necessita de manutenção diária.
  • Bichon Havanês – Tal como os outros bichons, gosta de colo e é bastante protector. Não dispensa os passeios e necessita de escovagens diárias.
  • Bichon Maltês - Esta raça é o Bichon mais pequeno, mantendo-se entre os 20 e os 25 cm de altura. Necessita de escovagens diárias.
  • Boston Terrier – É um cão amistoso, de pequeno porte e é obediente. Bastante activo, gosta de passear.
  • Bouledogue Francês – É um cão maior, que pode atingir os 40 cm. A sua desvantagem é ser teimoso, mas é um cão bastante afectuoso e dependente da família. Devem ser proporcionados dois passeios por dia a este cão.
  • Cairn terrier – Os terriers são cães grandes aprisionados em corpos pequenos e este pequeno terrier não foge à regra. É bastante enérgico, não é tão dependente do dono, mas tem a vantagem de não necessitar de tantos cuidados com a pelagem. É, tal como a maioria dos cães pequenos, bastante vocal.
  • Caniche Toy – Uma das vantagens do Caniche Toy é o facto de largar pouco pêlo. É assim considerada uma raça hipoalergénica e é uma óptima opção para idosos mais sensíveis. A limpeza da casa não é também tão exigente. Mas por largar pouco pêlo, necessita de tosquias regulares, o que implica uma despesa extra. O Caniche Toy, ou mesmo anão, é afectuoso e adora companhia dos humanos.
  • Chihuahua – Pequeno, activo e afectuoso, o Chihuahua é um bom cão de alarme. Por vezes, ladra até demais, o que pode ser incómodo para quem tem vizinhos. É muito protector e afeiçoa-se mais a uma pessoa, podendo revelar-se ciumento.
  • Cocker Spaniel – Amigável e afectuoso, o Cocker Spaniel é relativamente calmo dentro de casa. Necessita contudo de mais exercício do que as raças mais pequenas e não se deve negligenciar dois passeios diários. É um cão de porte médio.
  • Épagneul Anão Continental – Este pequeno cão é afectuoso e dependente. As suas orelhas arrebitadas dão-lhe uma expressão cómica. São cães que gostam de colo, mas são bastante enérgicos.
  • Galguinho Italiano – Os hounds podem ser um desafio para os idosos por necessitarem de bastante exercício. Contudo este pequeno galgo não é mais exigente que um cocker ou um Schnauzer Médio.
  • Lulu da Pomerânia – É afectuoso, mas mantém-se independente. Não deixa de dispensar as sessões de colo. Pode tornar-se demasiado vocal se não for ensinado.
  • Pug – O Pug é um cão pequeno, amistoso com estranhos e menos ciumento do que a maior parte das raças Toy. Gosta de atenção e de brincar e é um cão que faz rir devido às suas expressões. Apesar de ter os seus momentos de mimos, não é tão “cão de colo” como outras raças.
  • Schnauzer – Dependentes, tanto o Schnauzer médio como o miniatura são boa escolhas. A variedade média, já é bastante maior do que as outras raças apresentadas, atingindo os 50 cm e necessita por isso de mais exercício. Ambos gostam de companhia e não suportam ficar sozinhos. São bons cães de alerta.
  • Scottish Terrier – Mais protector e também mais activo, o Scottish Terrier necessita de ser passeado. São mais difíceis de treinar e têm um coração de leão, características que lhe valeram a alcunha de “duro de roer”.
  • Shih tzu – Companheiros, os cães desta raça necessita de bastante atenção. Ao contrário de outras raças, são relativamente calmos dentro de casa, gostam de colo, mas também brincam. A sua pelagem longa exige manutenção diária, caso contrário, necessita de ser aparada regularmente.
  • Yorkshire Terrier – Esta raça tem a particularidade de ser bastante pequena e gostar muito de colo. Contudo, a pelagem longa exige escovagens diária ou tosquias regulares.
Cães Adutos

Para os idosos, muitas vezes é mais vantajoso adquirirem um cão adulto do que um ainda bebé. Isto porque um cão jovem exige muito trabalho: limpar e ensinar onde fazer as necessidades, treinar, etc. Por vezes, os idosos não têm paciência para estar a ensinar um cão jovem e é preferível optarem por um cão adulto. Existem muitos cães abandonados, muitos puros até, em canis ou associações de animais, que já estão ensinados a fazer as necessidades na rua. Ninguém melhor do que os voluntários para lhe descreverem o feitio do cão e saberem se já está ensinado, se gosta de colo e se necessita de exercício.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Agir contra a Coriza dos Gatos

O que é a Coriza dos gatos?
 
Coriza é um termo rotineiramente usado para denominar o conjunto de sintomas que ocorrem em doenças infeccioosas do trato respiratório superior felino (nariz, boca, traqueia e olhos).
Espirros e corrimento nasal e ocular são as características principais da Coriza.
 
 
Qual a causa?
 
Existem várias causas de Coriza - infecções virais e infecções causadas por vários tipos de bactérias.
Contudo, em 90% dos casos as Corizas são causadas por vírus - o Herpesvírus Felino ou o Calicivírus. Sem tratamento, podem complicar-se com infecções bacterianas secundárias e causar pneumonia.
 
 
Quais os sintomas da Coriza?
 
-Espirros
-Corrimento ocular e nasal
-Conjuntivite
-Febre
-Perda de apetite
-Quando há infecção por Herpesvírus Felino, os sintomas são normalmente mais graves e demoram mais tempo a passar.
 
A nível dos olhos, o Herpesvírus tanto pode causar ligeiras conjuntivites como úlceras graves na córnea que demoram algum tempo a tratar e podem reaparecer de vez em quando, mesmo depois de tratadas.
 
 












O seu gato está em risco?
 
As seguintes situações constituem factores de risco:
 
-Gatos jovens
-Gatos sujeitos a stress
-Gatos imunodeprimidos
-Gatos não vacinados
-Gatos que não cumpriram o esquema vacinal proposto pelo Médico Veterinário
-Gatos com vacinas em atraso
-Gatos que foram contaminados pela mãe antes da vacinação
-Gatos que já tiveram um episódio de Coriza
 
Mesmo após o tratamento, a Coriza causada por vírus permanece "adormecida" no Gato (como o Herpes nas pessoas).
 
Estes gatos denominam-se "portadores" porque passaram a transportar o vírus dentro do organismo, normalmente para o resto da vida. De vez em quando, e sobretudo quando sujeitos a stress, os gatos portadores podem apresentar novamente sintomas.
 
A Coriza felina  é uma doença apenas de gatos, não é transmissível aos donos destes, mas não deixa de ser preocupante e de díficil controlo. Não existe cura mas há tratamento.
 
Ao primeiro sintoma, dirija-se ao seu Médico Veterinário! 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Plantas venenosas para Gatos

Recentemente a minha gata, a Mimi, adoeceu. Andou a mordiscar umas plantas que eu tinha cá em casa que não fazia a ideia de serem prejudiciais aos gatos. A Mimi andou muito mal, desde vómitos constantes cada vez que ingeria comida, diarreias,  pontinhas de febre, falta de apetite e palidez de gengivas e nariz. Urgentemente fomos ao veterinário e começou a ser medica com anti-bióticos para o estômago e comprimidos para revestir este. E claro, uma alimentação especial gástrica, uma espécie de dieta. Isto tudo, pensa o veterinário, foi devido à necessidade de expelir as bolas de pêlo, e também por frustação de não fazer nada de lúdico.
Quando os gatos vomitam aconselha-se a cortar a comida e a àgua por uma ou duas horas, se o vómito presistir, ir rapidamente ao veterinário.

Aqui deixo o link de um blogue que explicita quais as plantas tóxicas (com imagens destas) para os gatos:

Boas prevenções!

sábado, 17 de março de 2012

Treinar o cão em casa ou numa escola?

Ao contrário do que se pensa, as escolas de treino de cães ensinam mais o dono do que propriamente o cão. O cão está programado geneticamente para obedecer ao líder. As escolas acabam por ensinar ao dono como assumir-se como líder perante o cão para que este o obedeça.
Contudo, hoje em dia é relativamente fácil encontrar informação que ajuda o dono a treinar o cão em casa. Livros com imagens ou vídeos na internet vão revelando todos os truques aos donos. O que faz com que muitos se questionem sobre a necessidade de levar um cão a uma escola de treino.

As principais vantagens de ir com o seu cão a uma escola são:
-assumir o compromisso, garantindo que naquela hora está completamente dedicado ao cão, o treino não é interrompido por outras questões mais importantes e não é adiado;
-poder explicar e esclarecer as suas dúvidas com um treinador, não só sobre a obediência básica, mas também sobre qualquer outra questão do comportamento canino;
-ter um treino adaptado ao seu cão por um profissional que é capaz de perceber o que melhor se adequa ao cão.

Quando se fala no treino do cão, este deve ser sempre feito pelo dono. Não aceite que o treinador faça o treino por si. Deve ser o dono a dar os comandos ao cão, a andar com ele à trela, etc. Isto permite que o cão o veja como líder a si em vez de atribuir esse papel ao treinador e também melhorar a comunicação entre o dono e o cão.

O treino em casa funciona nas seguintes situações:
-dono tem experiência com cães;
-cão reconhece o dono como líder;
-dono conhece outros cães sociáveis com quem o cão possa ser socializado com confiança;
-dono pretende apenas um cão com obediência básica – senta, deita, fica, larga, entre outros comandos.

A escola de treino é necessária nas seguintes situações:
-dono é inexperiente e não sabe como exercer liderança sobre o cão;
não encontra informação ou os livros/artigos/vídeos que encontra não se adaptam à sua situação;
-dono não conhece outros cães sociáveis ou tem um animal bastante dominante que necessita de uma socialização mais intensa;
-dono não sabe resolver um problema de comportamento que o cão apresenta;
-cão tem traumas, devido a maus tratos ou negligência, que está com dificuldade me ultrapassar;
-dono pretende que o cão pratique agility ou outro desporto canino.

FACTOS E MITOS ACERCA DOS GATOS - O que se diz por ai dos nossos amigos felinos... será verdade?


É só vantagens para ter um gato!

Existem certas crenças populares acerca dos nossos amigos felinos. Verdade? Mentira? Analisemos algumas deles: 

O gato ronrona porque está contente.
Falso. Certos gatos em sofrimento também ronronam. O ronronar indica uma disposição social amigável e pode ser dado como sinal para, por ex., um gato veterano, informando que certo gato com problemas tem necessidade de amizade, ou pode constituir um sinal para o dono, exprimindo o agradecimento pela amizade obtida. O ronronar traduz um comportamento infantil. Os gatinhos ronronam a partir da primeira semana de vida e isso indica à mãe que tudo está bem com a sua prole. Já nos gatos adultos isso traduz uma certa dependência do contacto entre os donos e os gatos. 

Os gatos arranham o sofá por puro prazer. 
Falso. O gato arranha a superfície que ele entende que lhe dá boa chance de eliminar as unhas velhas, renovando as garras. Também o faz para marcar território, colocando aí “marcas de cheiro” imperceptíveis aos nossos precários narizes, visto que os felinos possuem glândulas odoríficas na parte inferior das patinhas. Quanto mais o gato usa essa superfície, mais é atraído a ela, pois possui o seu cheiro. O gato também arranha como forma de exercício, espreguiçando-se. 

Os gatos são traiçoeiros: quando se oferecem de barriga, mordem quem lhes faz festas. 
Falso. O gato deita-se de costas oferecendo a barriga apenas a quem ele considera amigo íntimo. É como se o seu gato dissesse: “ eu mostro-te a minha barriga em demonstração da minha confiança em ti, por adoptar esta postura tão vulnerável na tua presença”. Mas uma coisa é mostrar, outra bem diferente é deixar acariciar! Nem sempre é seguro concluir que um gato nessa posição espera ser acariciado. Muitas vezes a resposta é uma violenta sapatada com as patas traseiras. A região abdominal é tão fortemente protegida que os gatos não apreciam contactos nessa zona. Por isso eles estabelecem um limite que os donos nem sempre entendem: podem ver, mas não devem tocar! 

Os gatos adultos tacteiam o colo dos donos com as patas dianteiras confundindo o dono com a própria mãe. 
Verdadeiro. É deveras aborrecido quando o nosso gato salta para o nosso colo, tendo as unhas compridas, desata a “amassar-nos” com aquelas unhas, baba-se todo e nós ficamos com as pernas doridas e acabamos por mandá-lo para o chão! O pobre gato fica mesmo desapontado! Porquê? Na realidade ele julga que nós somos a mãe-humana dele. São esses os movimentos que ele tinha quando mamava na mãe, a fim de espremer o leite. O babar-se revela a atitude de mamar. Esta reminiscência de comportamento infantil deve-se ao facto que os gatos caseiros continuam a ser cuidados e alimentados por nós humanos, e o gato adulto permanece gatinho em muitos sentidos, encarando-nos como falsas mães. Não faça o gato infeliz! Corte-lhe as unhas e deixe-o “pisar o leite” no seu colo, coitado! 

Os gatos enterram os excrementos porque são asseados 
Falso. Em primeiro lugar é para eliminar o cheiro que exalam. Na realidade, se estivermos perante um gato dominante, ele NÃO ENTERRARÁ os seus excrementos, deixando-os bem à vista para marcar território. O facto dos nossos gatos enterrarem tão bem os excrementos revela o quanto eles se sentem subordinados em relação a nós. Acham-nos fisicamente mais fortes e sabem que controlamos o seu modo de vida (especialmente porque somos nós que lhes fornecemos o seu alimento). Quando um gato deixa as fezes por enterrar é sinal que algo está errado. Pode ser uma questão de auto-afirmação, dominância em relação a outro animal lá em casa ou pode ter aversão ao material absorvente que existe no caixote. 

Os gatos cuidam do pêlo por uma questão de higiene. 
Verdadeiro. Mas não só. Realmente lamber o pêlo amacia-o, permite que ele seja uma capa de isolamento contra as intempéries, mas também ao molhar o pêlo, o gato refresca-se nos dias de maior calor. O gato também se lambe para aliviar o stress. Daí que gatos muito enervados se lambam compulsivamente. Este será um caso a ser visto pelo médico veterinário, se o gato se lamber tanto a ponto de ficar sem pêlo em certas zonas. 
Os gatos também se lambem para ficar com o seu próprio cheiro, ou para eliminar outros cheiros que estejam no pêlo. É o caso do gato que vai lamber o pêlo depois dono lhe ter feito uma festa. O animal vai eliminar o cheiro da mão do dono, substituindo-o pelo cheiro da sua saliva. Os gatos lambem-se para estreitar o seu relacionamento social. Há que ter em atenção a formação das temidas bolas de pêlo no estômago. Fale com o veterinário acerca de uma pasta de malte para a sua eliminação. 

Os gatos abanam a cauda quando estão zangados. 
Verdadeiro. O abanar a cauda reflecte um estado agudo de conflito mental. Colocado perante uma situação difícil em que o animal pode ter duas reacções possíveis, o gato fica quieto e abana a cauda. Quando uma decisão é tomada, acaba o conflito e a cauda fica quieta. Por exemplo, o gato está a ser acariciado. Não lhe apetece receber festas. Ele entra em conflito: ou morde para desencorajar o dono ou foge. A cauda começa a chicotear. Assim que resolve o problema, deixa de abanar a cauda. 

Os gatos odeiam as portas.
Verdadeiro. As portas são um entrave à vida social normal do gato! Por vezes o gato mia para sair de casa. Assim que sai, ao fim de 10 minutos já está a miar para voltar a entrar. Nada mais natural se entendermos o motivo. O gato quer inspeccionar as suas redondezas, recolher informações e avivar as marcas dele deixadas no seu território. Uma curta vistoria para cumprir com todos estes objectivos é o suficiente para pôr o bichano feliz. E é claro, ele não troca o conforto do lar pelo perigoso exterior! 

Os gatos só vêm a preto e branco 
Falso. Estudos recentes provaram que os gatos conseguem distinguir entre o vermelho e o verde, o vermelho e o azul, o vermelho e o cinzento, o verde e o azul, o azul e o cinzento, o amarelo e o azul e o amarelo e o cinzento. Mas seja como for, as cores não são tão importantes na vida dos gatos como são na nossa. 

As gatas com o cio miam por que estão a sofrer 
Falso. O miado constante bem como o acto de se rebolar constitui um comportamento sexual feminino felino normal. É preciso notar que os gatos em circunstâncias normais são silenciosos e até passam despercebidos. A sua comunicação depende muito de sinais olfactórios e não tanto de sons, tal como se passa nos cães. A fim de atrair os machos, as fêmeas em cio têm de adquirir posturas “anormais”, fazendo barulho, rebolando-se, exibindo-se, tudo para atrair os machos. O miado não envolve sofrimento nenhum, assim como qualquer fêmea de qualquer espécie animal com cio não sofre dores nenhumas. 

Ter um gato reduz o stress e melhora a saúde do dono 
Verdade. O contacto físico com um animal reduz bastante o stress dos donos. Basta acariciar um gato para de facto reduzir naturalmente a pressão arterial! Os benefícios para milhões de pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares é indescritível. De vez em quando alguns de nós ficamos feridos e traumatizados psicologicamente. Por vezes deixamos até de confiar nos seres humanos, de tantas decepções nos causarem... para estas pessoas, uma ligação com um gato pode proporcionar grandes recompensas, destruindo as suspeitas e sarando feridas antigas. Cuidar de um animal descontrai e até é usado como terapia em certas instituições de saúde que cada vez mais utilizam os animais como fonte de terapia e apoio psicológico a doentes internados.


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

14 dicas para viajar com o seu animal neste fim de ano

Fim de ano chegando, feriado prolongado, férias, etc… é tempo de você viajar e se divertir junto com o seu pet, mas para isso são necessários alguns cuidados, vamos ver a seguir algumas dicas para que você e o seu pet possam curtir tudo de bom que as viagens de final de ano pode proporcionar.

1 – Seu cão deve ficar sem comer quatro horas antes da viagem, beber água somente até uma hora antes. Se for gato deve ficar sem comer duas horas antes da viagem.
2 – Se o seu pet não tem o costume de andar de carro dê voltas com ele antes de viajar para que ele se familiarize com os movimentos e barulhos do carro, dessa forma seu animal terá uma experiência menos traumática.
3 – Não deixe o seu animal solto e muito menos com a cabeça para fora do carro, independente do tipo ou porte do animal, isso evita acidentes por distração do motorista.
4 – Durante a viagem não alimente seu pet, isso poderá enjoá-lo e consequentemente fazer mal a ele e sujar seu carro.
5 – Para animais que necessitem de vacinas, é obrigatório que a carteira de vacinação e uma guia de trânsito emitida por um veterinário sejam levadas.
6 – Faça paradas a cada hora para as necessidades fisiológicas e hidratação.
7 – Durante as paradas, ou pipi stop, nunca deixe seu pet solto, em hipótese alguma, evite riscos de atropelamentos ou acidentes.
8 – Se necessário peça ao seu veterinário que receite um calmante natural para que seu pet tenha uma viagem mais tranquila.
9 – Se usar ar-condicionado a temperatura deve ficar próxima a temperatura ambiente.
10 – Para que o seu pet se sinta mais a vontade leve seus objetos favoritos junto com ele, seu cobertor ou almofada, etc.
11 – Para aves, dê calmantes antes da viagem e mantenha a gaiola coberta, as aves costumam ser mais sensíveis a mudanças de ambiente e temperatura.
12 – O uso de fraldas veterinárias pode evitar experiências mal cheirosas e desagradáveis.
13 – Leve tudo o que seu animal precisa, comida, produtos e dependendo do lugar leve até a água dele, evite surpresas desagradáveis ao não encontrar no comércio local os produtos que o seu pet está habituado.
14 – Lembre-se sempre da fragilidade do seu pet.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Como dar banho ao seu cão

Dar banho ao cão
Uns adoram água, mas para outros o banho é um suplício. Habitue-os desde cachorros a manter os hábitos de higiene e decida qual a frequência com que eles devem acontecer. Aqui explicamos-lhe como fazê-lo.Altura do primeiro banho O primeiro banho pode ser dado às seis semanas, mas recomenda-se que aconteça apenas aos dois meses de idade. Se o cachorro apenas tem as patas, cauda ou barriga sujos, limite-se a lavar-lhe essas partes e lembre-se de que deve mantê- lo seco e quente durante as horas seguintes.Frequência do banho Sempre que o animal estiver sujo, caso o animal viva dentro de casa. Importa saber que em muitas raças, principalmente quando os animais vivem no exterior, a gordura que a própria pele segrega para o pêlo, ajuda a mantê-los impermeáveis durante o tempo frio e húmido e não convém inibir essa protecção natural.
Como dar-lhe banho

1 — Coloque-lhe bolas de algodão nos ouvidos para evitar a entrada de água
2 — Molhe o cão delicada mas abundantemente com água morna, começando pela cabeça
3 — Aplique pequenas quantidades de champô próprio para cães e ensaboe-o da cabeça para a cauda
4 — Lave-o bem entre os dedos, atrás da orelhas e sob o queixo
5 — Enxagúe-o bem com água tépida
6 — Remova o excesso de água com uma escova plana ou com uma luva e seque-o com uma toalha. Nos meses quentes, deixe que se seque ao sol, caso contrário mantenha- o abrigado e quente até que seque por completo. Nalguns casos, um secador de cabelo numa velocidade baixa pode ser um bom amigo
7 — Limpe-lhe as orelhas com algodões embebidos em óleo mineral o que ajuda a prevenir alguns tipos de parasitas nas orelhas

Cuidados a ter
— Não deixar que o champô vá para os olhos do animal
— Não deixar que a água lhe entre nos ouvidos
— Não utilizar champôs que não sejam especificamente indicados para cães

sábado, 13 de junho de 2009

Ensinar o nosso gatinho a gostar de nós

Ensine o gato a gostar de si
Malmequer, muito, pouco ou nada?
Adora o seu gato, tudo faz para que ele goste de si, mas ainda assim ele prefere arranhá-lo e mostra-se esquivo sempre que está na sua presença? É altura de inverter este comportamento. Provavelmente passa pouco tempo com o seu gato, ou não presta atenção àquilo de que ele mais gosta. Está na hora de o observar com redobrada atenção e deixar de o olhar como mais um bibelot lá de casa. Talvez o mau feitio dele na sua presença se deva a uma postura defensiva, para que não faça dele gato/sapato, ou seja, para que não ouse fazer-lhe aquilo de que ele menos gosta.
O que aqui lhe ensinamos é igualmente válido na abordagem de um animal desconhecido ou que tenha adoptado já em jovem ou adulto.
1 — Gostamos tanto dos animais que os tratamos como gente, mas há coisas de que a gente gosta e que os gatos odeiam. Há gatos que não gostam de ser estrafegados, rodopiados no ar como se faz com as crianças ou qualquer outro tipo de mimo que, do ponto de vista do animal, pode ter outra leitura. Aborde-o com cautela e vá avançando nos mimos até perceber o que o retrai. Quando perceber aquilo que o desgosta, não repita a gracinha. Ele vai apreciar e deixará de recear os seus avanços.
2 — É normal que os gatos não gostem de ser pegados ao colo. O seu espírito felino não lhes permite gostar de se sentirem presos, sem hipótese de escapar quando lhes apetece. Não confunda isto com ausência de mimos. Faça- lhe festas sempre que ele está perto de si, mas não lhe pegue sempre ao colo. Deixe antes que ele o procure. Os gatos são inteligentes e sabem pedir colo. Esteja atento aos sinais.
3 — Tenha sempre gulodices à mão ou… ao bolso. Quando ele está por perto, atraia-o com os biscoitos de que ele mais gosta. Se ele perceber que pode ganhar recompensas e que elas vêm sempre da sua mão, ainda que por interesse, os animais deixam-se subornar. O mais provável é que passe a ser mais tolerante consigo. A relação que se estabelece com um animal, um gato em particular, não é, afinal, muito diferente de todas as outras relações: há que respeitar o outro e saber ser-lhe útil, estando presente sempre que necessário. Esta é uma boa base para o estabelecimento de uma relação de confiança.
4 — Saiba interpretar as acções do animal. Por vezes, os gatos arranham as pernas dos donos porque têm fome, e expressam o seu desagrado de forma mais agressiva. Pode mesmo ser a forma desajeitada que ele encontra para lhe pedir brincadeira, sem ter consciência de que as garras o aleijam.
5 — Proporcione-lhe um local limpo e agradável que seja só dele, onde durma e possa retirar-se para descansar. É importante que esteja sempre limpo e arranjado. Os gatos são sensíveis a essas atenções e é importante que tenham um local a que chamem seu.
6 — O que é válido no Inverno não é no Verão, altura em que os animais sofrem mais com o calor e podem tornarse irritadiços. Proporcione-lhe zonas frescas onde possa passar as horas de maior calor. Pode mesmo deixá-lo brincar com um cubo de gelo, ou qualquer embalagem vazia, ou um brinquedo dele que coloque no congelador apenas com o propósito de ele se poder refrescar.
7 — Se ele continuar a manifestar comportamentos agressivos, isso pode ser revelador de um problema de saúde de origem física ou mental e não meramente comportamental. Os animais também padecem de doenças semelhantes às dos humanos e de difícil diagnóstico. Na dúvida, consulte o seu veterinário, para descartar essa hipótese, a mais temida de todas.
Importa saber:
Pense em si
  • Assegure-se de que desinfecta sempre as arranhadelas do seu gato, pois podem infectar ou causar-lhe outros problemas.
  • Pense em si e no gato
  • Comportamento agressivo destrói qualquer tipo de relação e impede que se usufrua de todo o prazer de ter um animal doméstico.
  • Em caso de desespero, visite um veterinário e conte- lhe o caso.

Técnicas de abordagem

• Sente-se ou ajoelhe-se no chão. Estando a um nível mais próximo do animal, vai parecer-lhe menos ameaçador do que apenas baixando a mão para o acariciar.

• Ainda no chão, deixe que seja ele a ir ter consigo. Os gatos são curiosos. Nem que seja para o cheirar, ele aproximar-se-á. Pode levar o seu tempo, mas ele rondá-lo-á.

• Dê-lhe as mãos a cheirar, para ele se familiarizar com a aproximação e perceber que nada tem a recear. Além de que, estando ao mesmo nível, ele não temerá que pegue nele ao colo. Quando ele o tiver cheirado, faça-lhe festas suaves na cabeça e no dorso. Evite a barriga. Muitos gatos odeiam que lhes façam festas na barriga, ou mesmo em alguma outra parte do corpo. Saiba quais as zonas interditas e evite-as.

• Cruze as pernas e coloque gulodices no seu colo, para que seja ele a querer aproximar-se. Quando ele o fizer, não faça movimentos bruscos. Repita a operação. Mais tarde, mesmo sem gulodices, ele quererá estar perto de si.

• Sente-se no chão e brinque com um dos brinquedos favoritos do animal. Dificilmente ele resistirá ao apelo. Não o chame. É sempre melhor que a iniciativa seja dele, para que não se sinta forçado. Deixe que ele entre na brincadeira e, sem que ele note, vá forçando o contacto físico, para que ele passe a gostar que o acaricie ou apenas lhe toque.

Treine o seu cão para não ladrar!

Treine o seu cão para não ladrar

Shiiuu!!

A ladrar é que eles se entendem!

Pode parecer estranho e anti natura, treinar um cão para não ladrar. Os latidos são a sua voz e a sua principal forma de expressão. É ladrando que celebram a chegada dos donos a casa, que revelam os seus humores, mesmo os piores, que demonstram dor ou ansiedade, que exultam durante as brincadeiras e que nos anunciam sons estranhos ou a presença de desconhecidos no nosso território. E é por tudo isto que são tão adorados, sendo sempre, mais ou menos, fácil descortinar os estados de espírito de um cão e conseguir, por isso mesmo, comunicar com ele. Assim, temos como certo que ladrar é um comportamento natural dos cães, peritos em dar o alerta.

Cão que ladra não entra!

Todavia, da mesma forma que os estimulamos a ladrar quando estranhos se aproximam da nossa casa ou ruídos desconhecidos se repetem durante a noite, também devemos incentivá-los a calarem-se quando os seus latidos se tornam incómodos e desnecessários. Sabemos como é ingrato ter um cão que ladra todo o dia quando nos ausentamos de casa, para ira de todos os vizinhos num raio de dois quilómetros. E nesta altura do ano, em que já se planeiam as férias, é bom saber como controlar nos cães o seu ímpeto para ladrar, pois não há hotel nem parque de campismo do mundo que, por muito boa vontade, possa acolher um animal que não deixa ninguém dormir.



Possíveis dissuasores

O que aqui se propõe, é que se treine o animal a ladrar ou não, conforme a indicação que receba do dono. Mas porque ladrar lhes é tão natural, o melhor é mesmo ensiná-lo a não o fazer sempre que lho ordenar. Para tal, há que recorrer ao reforço negativo. A voz do dono pode ser suficiente, quando, num tom firme e autoritário, lhe ordenar que se cale, mas pode ser absolutamente ineficaz para alguns cães, dependendo do seu temperamento, porte, raça, idade… É bom ter alternativas.
— Uma lata cheia de moedas ou de pedrinhas
— Um borrifador com água
— Um puxão na trela
— Fazer de conta que é você quem come o biscoito que trazia para ele no bolso.
Qualquer uma destas armas de dissuasão deve ser utilizada sempre que o animal ladrar a despropósito, ou o dono entender que não o deva fazer naquele lugar ou situação. Nessa altura, ordene-lhe, com voz de comando, que se cale, dizendo-lhe: silêncio, cala, ou apenas shiu (ou outra palavra que determine), ao mesmo tempo que lhe lança para perto a lata cheia de moedas. O barulho desagradável, pode fazê-lo parar de imediato. Nesse caso, louve-o na hora, faça-lhe festas e pode mesmo recompensá-lo com um biscoito, pois o reforço positivo não pode ser esquecido. Se o cão ignorar soberanamente a sua ordem, repita a operação, até que ele entenda e associe a borrifadela de água ou o barulho da lata, ou outro ardil, ao seu próprio ladrar.

Explique-lhe que o silêncio é de ouro!

Uma vez entendido este comando, o cão entende que não pode dizer o que lhe apetece, quando lhe apetece. Se sabe que, fruto da ansiedade da separação, ele torna a vida dos seus vizinhos num inferno de cada vez que você sai de casa, antes de partir, ordene-lhe que fique em silêncio, deixe-lhe muitos brinquedos e até algumas gulodices e saia quando tiver de sair sem hesitações. Muitas vezes, quem não está treinado é o dono e não o animal. Poder controlar as manifestações vocais do seu cão é altamente vantajoso, nomeadamente se gosta de o levar de férias consigo, pelo que convém começar já o treino, sabendo que este pode ser moroso e que há que ter paciência. No final, poder levá- lo para qualquer lado confiante de que não o deixará mal visto, será muito compensador.


Ensinar a nossa bolinha de pelo a usar... a sanita

Ensinar gato a usar... a sanita

Uma questão de higiene e etiqueta!

Gosta do seu gato como se fosse gente, por isso imagina como seria bom ele ter hábitos de gente que condissessem com o seu comportamento, tantas vezes tão humano para um felino.
Pois deixe de desejar e passe à acção, ensinando-o a usar a sanita em vez da caixa de areia sanitária, nem sempre muito higiénica.
No final, sim, ao seu tareco só já lhe faltará falar.

Antes do treino

Certifique-se de que é este o método que pretende para o seu gato, uma vez que não pode, depois, tentar que o animal use outro qualquer que lhe dê mais jeito a si, ou melhor se adeqúe à sua vida em determinado momento. O treino deve ser aplicado a um gato novo, mas suficientemente crescido para que possa subir e saltar da sanita. Convém não esquecer que o animal tenderá, depois, a fazer as suas necessidades apenas em sanitas. Também por isso, este treino é indicado apenas aos gatos confinados ao espaço da casa.

Um animal que possa ir à rua, acabará apenas por se habituar a reter fezes e urina até à próxima saída.

Saiba ainda que, no caso de ter apenas uma casa de banho, as suas próprias idas ao wc estarão condicionadas com a logística que este treino implica.

Do que vai precisar

— Uma caixa própria para as necessidades do animal.
— Uma folha de papel (já vai saber para quê).
— Semanas, ou mesmo meses de treino.
— Muita paciência e dedicação.Passo a passo
— Levar a caixa das necessidades do gato até à casa de banho. Não a desloque directamente do local onde sempre tem estado para o WC. O processo tem de ser gradual. Falamos de centímetros por dia, todos os dias. Nada de precipitações que coloquem em risco o sucesso do treino.
— Todos os dias, quando deslocar a caixa em direcção à casa de banho, vá reduzindo a quantidade de areia (ou qualquer outro material usado).
— Vá deslocando a caixa até esta ficar colada à sanita. Pois é, pode mesmo demorar muito tempo.
— Sempre que a aproximar da sanita, suba-a em altura, com o auxílio de listas telefónicas ou qualquer outra estrutura que permita segurança e estabilidade à caixa, para que não caia, assustando o animal e desmotivando-o a subir para ela.
— Pare quando a caixa estiver colada à sanita e à mesma altura que esta.
— Este ponto é decisivo e requer a sua própria colaboração, uma vez que a sanita, de agora em diante, passará a ser dos dois. Com o tampo levantado, tape o buraco da sanita com um papel autocolante, ou apenas fixando-o com fita-cola. (Pois é, tudo isto deve ser retirado quando você precisar de usar a casa de banho).
— Desloque progressiva e diariamente a caixa das necessidades do animal para cima do tampo, agora forrado de papel, até estar completamente em cima da sanita.
— Continue a retirar quantidades de areia, até ao ponto em que a caixa fique vazia.
— Faça um pequeno furo central no fundo da caixa e outro, coincidente, no papel com que forrou a sanita.
— Gradualmente, vá aumentando ambos os buracos, até ter a sanita quase descoberta.
— Finalmente, retire o que resta da caixa e do papel. Missão cumprida, principalmente se foi bem sucedido e o animal se dirige à sanita sempre que tem necessidade de urinar ou defecar.

Importante

— Não dê nenhum passo em frente sem que o gato se acostume às alterações anteriores.
— O treino é mais eficaz, senão mesmo apenas eficaz, se o dono estiver em casa a tempo inteiro, pelo menos durante o tempo de aulas. Só assim perceberá se as coisas seguem na direcção certa: se o animal se sente confortável com as alterações, se não há resistência nem mudanças de comportamento… Além de que, a sua presença reconforta o animal conferindo- lhe segurança e tranquilidade.
— Siga o treino à risca e sem pressas, ou acabará por incentivar o animal a fazer as necessidades onde calha, porque não gosta das mudanças ou não entende o que deve fazer.
— Nunca force o animal a fazer aquilo que não quer ou não entende. Deitará tudo a perder se o animal associar a ida ao WC com coisas negativas, como sejam reprimendas ou castigos. — Este treino não se aplica a gatos velhos, com hábitos de higiene há muito instituídos e sem apreço ou paciência para mudanças.
— Nunca se esqueça de puxar o autoclismo sempre que a sanita for utilizada, por si ou pelo gato. Alguns gatos apreciam colocar as patas na água, divertindo-se a salpicar tudo à volta. Não é agradável!

Depois de treinado, fica apenas por resolver um pormenor: quem vai à casa de banho primeiro!

Dicas para lidar com um cão surdo

Lidar com um cão surdo

Vamos "conversar"?
Sinais de surdez:


-Desatenção.
— Desobediência às ordens vocais
— Baralhação perante sons que lhe deviam ser familiares
— Ladrar excessivamente e a despropósito
— Indiferença perante sons, estranhos ou familiares
— Não acordar ou reagir quando o chama
- Abanar frequentemente a cabeça
-Algumas alterações de personalidade
— Mau odor proveniente dos ouvidos

Teste o seu cão:

— A melhor forma de confirmar a surdez é levando o animal ao veterinário. Algumas raças são mais atreitas à perda deste sentido, e devem ser avaliadas regularmente por um médico e sujeitas a testes

— Há testes que pode fazer em casa a fim de confirmar suspeitas de surdez. Surpreenda o seu cão pelas costas e bata palmas ou estale os dedos sem que ele o veja ou pressinta (deve estar a alguma distância para que não cheire ou detecte a sua presença de outra forma)

— Algumas formas de surdez são tratáveis.

Mantenha-o seguro. São muitos os riscos para um cão surdo

— Na rua, nunca lhe retire a trela ou mantenha-o vigiado num espaço delimitado
— Ensine as crianças a lidar com o cão

Os gestos:


— Treine o animal através de linguagem gestual
— Para cada ordem repita sempre o mesmo sinal
— Os sinais devem ser facilmente reconhecíveis pelo cão, mesmo à distância
— Faça-os usando apenas uma mão, que o animal possa seguir com os olhos
— Ensine-os a todas as pessoas que lidam com o cão
— Há sinais de obediência standard, pode aprendê- los numa escola de obediência e treino, mas também pode criar o seu alfabeto
— Ensinar e treinar um cão surdo requer paciência mas é muito gratificante e pode até ser bastante divertido.


Ouça que é importante:

• A surdez pode ser congénita ou adquirida. Nos cães, o primeiro caso é permanente e irreversível.

• Quando não é congénita, a surdez pode ter um sem número de causas: pêlo ou outras substâncias a bloquearem o canal auditivo; excesso de cera; inflamação do canal auditivo; ruptura do tímpano; ambientes muito barulhentos; traumatismo craniano… o próprio envelhecimento pode causar surdez.