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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Pixie Bob - Gato companheiro com dedos a mais


Descendente de selvagens
   O Pixie Bob é uma raça relativamente recente, contudo a sua origem parece pouco clara e está envolta em algumas dúvidas. Sabe-se que Ann Brewers começou a desenvolver a raça em 1985, cruzando uma fêmea doméstica sem raça definida e um macho selvagem, que se calcula ter sido o Red Coastal Bob Cat, uma pequena espécie da América do Norte, com o qual o Pixie Bob é muito parecido. A criadora adotou dois exemplares, resultantes desse cruzamento, e em 1986 nasceu Pixie, a precursora da raça Pixie Bob. Desde sempre, este gato, começou a despertar interesse, principalmente devido ao seu lado exótico, e cedo recebeu reconhecimento por parte da segunda maior associação de gatos dos EUA, a TICA (The International Cat Association), onde está registado como raça doméstica.

“São fiéis como cães e aprendem rapidamente”

Tal cão, tal gato
   Embora fisicamente seja muito parecido com um animal selvagem, este felino é muito calmo e companheiro, chegando mesmo a ser comparado a um cão. É capaz de desenvolver uma estreita e significativa relação com a família de acolhimento. São tão dóceis e sociáveis que podem, inclusivamente, ser passeados na rua, com a utilização de uma coleira. Ao contrário dos outros gatos, mais independentes, este animal é muito afetuoso e chega a ser possessivo para com o seu dono, a quem dá as boas-vindas à porta de casa.

Fisionomia exótica
   A sua pelagem lembra a de um gato selvagem, herança deixada pelo ascendente Bob Cat. Tanto podem ser encontrados com pelo mais longo, como com pelo mais curto e a coloração tende mais para o cinzento ou castanho, ambos com manchas. É bastante suave ao toque, ainda que tenha um pelo resistente e impermeável Tem olhos azuis amendoados e a cabeça é redonda e larga, o que lhe confere um ar exótico. São animais relativamente grandes, com exemplares machos que chegam aos oito quilos e com fêmeas que pesam cerca de seis. A cauda é um dos seus atributos especiais, sendo de tamanho muito reduzida ou mesmo inexistente. Outro facto curioso é que nascem com de- dos em quantidade superior ao normal - cerca de seis a sete nas patas dianteiras e cinco ou seis nas traseiras. O Pixie Bob é um gato com um corpo musculado e pernas fortes.

“O seu ar selvagem contrasta com a sua personalidade afetuosa”

Bom companheiro
   As famílias que moram em apartamentos pequenos podem receber um Pixie Bob, sem que este lhes destrua a casa. São animais que se adaptam facilmente e têm um comportamento bastante pacífico. Podem ser bons companheiros de viagem, desde que sejam habituados a isso desde cedo. A sua tranquilidade também faz desta raça de felinos uma das melhores para lidar e conviver diariamente com crianças. Apesar de até ser considerado um bom caçador, o Pixie Bob prefere o conforto do lar às aventuras mais selvagens da vida. Tem sido frequentemente apelidado de “cão disfarçado”, tendo em conta a sua facilidade em aprender quando treinados e a sua imensa coragem.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Agir contra a Coriza dos Gatos

O que é a Coriza dos gatos?
 
Coriza é um termo rotineiramente usado para denominar o conjunto de sintomas que ocorrem em doenças infeccioosas do trato respiratório superior felino (nariz, boca, traqueia e olhos).
Espirros e corrimento nasal e ocular são as características principais da Coriza.
 
 
Qual a causa?
 
Existem várias causas de Coriza - infecções virais e infecções causadas por vários tipos de bactérias.
Contudo, em 90% dos casos as Corizas são causadas por vírus - o Herpesvírus Felino ou o Calicivírus. Sem tratamento, podem complicar-se com infecções bacterianas secundárias e causar pneumonia.
 
 
Quais os sintomas da Coriza?
 
-Espirros
-Corrimento ocular e nasal
-Conjuntivite
-Febre
-Perda de apetite
-Quando há infecção por Herpesvírus Felino, os sintomas são normalmente mais graves e demoram mais tempo a passar.
 
A nível dos olhos, o Herpesvírus tanto pode causar ligeiras conjuntivites como úlceras graves na córnea que demoram algum tempo a tratar e podem reaparecer de vez em quando, mesmo depois de tratadas.
 
 












O seu gato está em risco?
 
As seguintes situações constituem factores de risco:
 
-Gatos jovens
-Gatos sujeitos a stress
-Gatos imunodeprimidos
-Gatos não vacinados
-Gatos que não cumpriram o esquema vacinal proposto pelo Médico Veterinário
-Gatos com vacinas em atraso
-Gatos que foram contaminados pela mãe antes da vacinação
-Gatos que já tiveram um episódio de Coriza
 
Mesmo após o tratamento, a Coriza causada por vírus permanece "adormecida" no Gato (como o Herpes nas pessoas).
 
Estes gatos denominam-se "portadores" porque passaram a transportar o vírus dentro do organismo, normalmente para o resto da vida. De vez em quando, e sobretudo quando sujeitos a stress, os gatos portadores podem apresentar novamente sintomas.
 
A Coriza felina  é uma doença apenas de gatos, não é transmissível aos donos destes, mas não deixa de ser preocupante e de díficil controlo. Não existe cura mas há tratamento.
 
Ao primeiro sintoma, dirija-se ao seu Médico Veterinário! 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Plantas venenosas para Gatos

Recentemente a minha gata, a Mimi, adoeceu. Andou a mordiscar umas plantas que eu tinha cá em casa que não fazia a ideia de serem prejudiciais aos gatos. A Mimi andou muito mal, desde vómitos constantes cada vez que ingeria comida, diarreias,  pontinhas de febre, falta de apetite e palidez de gengivas e nariz. Urgentemente fomos ao veterinário e começou a ser medica com anti-bióticos para o estômago e comprimidos para revestir este. E claro, uma alimentação especial gástrica, uma espécie de dieta. Isto tudo, pensa o veterinário, foi devido à necessidade de expelir as bolas de pêlo, e também por frustação de não fazer nada de lúdico.
Quando os gatos vomitam aconselha-se a cortar a comida e a àgua por uma ou duas horas, se o vómito presistir, ir rapidamente ao veterinário.

Aqui deixo o link de um blogue que explicita quais as plantas tóxicas (com imagens destas) para os gatos:

Boas prevenções!

sábado, 17 de março de 2012

FACTOS E MITOS ACERCA DOS GATOS - O que se diz por ai dos nossos amigos felinos... será verdade?


É só vantagens para ter um gato!

Existem certas crenças populares acerca dos nossos amigos felinos. Verdade? Mentira? Analisemos algumas deles: 

O gato ronrona porque está contente.
Falso. Certos gatos em sofrimento também ronronam. O ronronar indica uma disposição social amigável e pode ser dado como sinal para, por ex., um gato veterano, informando que certo gato com problemas tem necessidade de amizade, ou pode constituir um sinal para o dono, exprimindo o agradecimento pela amizade obtida. O ronronar traduz um comportamento infantil. Os gatinhos ronronam a partir da primeira semana de vida e isso indica à mãe que tudo está bem com a sua prole. Já nos gatos adultos isso traduz uma certa dependência do contacto entre os donos e os gatos. 

Os gatos arranham o sofá por puro prazer. 
Falso. O gato arranha a superfície que ele entende que lhe dá boa chance de eliminar as unhas velhas, renovando as garras. Também o faz para marcar território, colocando aí “marcas de cheiro” imperceptíveis aos nossos precários narizes, visto que os felinos possuem glândulas odoríficas na parte inferior das patinhas. Quanto mais o gato usa essa superfície, mais é atraído a ela, pois possui o seu cheiro. O gato também arranha como forma de exercício, espreguiçando-se. 

Os gatos são traiçoeiros: quando se oferecem de barriga, mordem quem lhes faz festas. 
Falso. O gato deita-se de costas oferecendo a barriga apenas a quem ele considera amigo íntimo. É como se o seu gato dissesse: “ eu mostro-te a minha barriga em demonstração da minha confiança em ti, por adoptar esta postura tão vulnerável na tua presença”. Mas uma coisa é mostrar, outra bem diferente é deixar acariciar! Nem sempre é seguro concluir que um gato nessa posição espera ser acariciado. Muitas vezes a resposta é uma violenta sapatada com as patas traseiras. A região abdominal é tão fortemente protegida que os gatos não apreciam contactos nessa zona. Por isso eles estabelecem um limite que os donos nem sempre entendem: podem ver, mas não devem tocar! 

Os gatos adultos tacteiam o colo dos donos com as patas dianteiras confundindo o dono com a própria mãe. 
Verdadeiro. É deveras aborrecido quando o nosso gato salta para o nosso colo, tendo as unhas compridas, desata a “amassar-nos” com aquelas unhas, baba-se todo e nós ficamos com as pernas doridas e acabamos por mandá-lo para o chão! O pobre gato fica mesmo desapontado! Porquê? Na realidade ele julga que nós somos a mãe-humana dele. São esses os movimentos que ele tinha quando mamava na mãe, a fim de espremer o leite. O babar-se revela a atitude de mamar. Esta reminiscência de comportamento infantil deve-se ao facto que os gatos caseiros continuam a ser cuidados e alimentados por nós humanos, e o gato adulto permanece gatinho em muitos sentidos, encarando-nos como falsas mães. Não faça o gato infeliz! Corte-lhe as unhas e deixe-o “pisar o leite” no seu colo, coitado! 

Os gatos enterram os excrementos porque são asseados 
Falso. Em primeiro lugar é para eliminar o cheiro que exalam. Na realidade, se estivermos perante um gato dominante, ele NÃO ENTERRARÁ os seus excrementos, deixando-os bem à vista para marcar território. O facto dos nossos gatos enterrarem tão bem os excrementos revela o quanto eles se sentem subordinados em relação a nós. Acham-nos fisicamente mais fortes e sabem que controlamos o seu modo de vida (especialmente porque somos nós que lhes fornecemos o seu alimento). Quando um gato deixa as fezes por enterrar é sinal que algo está errado. Pode ser uma questão de auto-afirmação, dominância em relação a outro animal lá em casa ou pode ter aversão ao material absorvente que existe no caixote. 

Os gatos cuidam do pêlo por uma questão de higiene. 
Verdadeiro. Mas não só. Realmente lamber o pêlo amacia-o, permite que ele seja uma capa de isolamento contra as intempéries, mas também ao molhar o pêlo, o gato refresca-se nos dias de maior calor. O gato também se lambe para aliviar o stress. Daí que gatos muito enervados se lambam compulsivamente. Este será um caso a ser visto pelo médico veterinário, se o gato se lamber tanto a ponto de ficar sem pêlo em certas zonas. 
Os gatos também se lambem para ficar com o seu próprio cheiro, ou para eliminar outros cheiros que estejam no pêlo. É o caso do gato que vai lamber o pêlo depois dono lhe ter feito uma festa. O animal vai eliminar o cheiro da mão do dono, substituindo-o pelo cheiro da sua saliva. Os gatos lambem-se para estreitar o seu relacionamento social. Há que ter em atenção a formação das temidas bolas de pêlo no estômago. Fale com o veterinário acerca de uma pasta de malte para a sua eliminação. 

Os gatos abanam a cauda quando estão zangados. 
Verdadeiro. O abanar a cauda reflecte um estado agudo de conflito mental. Colocado perante uma situação difícil em que o animal pode ter duas reacções possíveis, o gato fica quieto e abana a cauda. Quando uma decisão é tomada, acaba o conflito e a cauda fica quieta. Por exemplo, o gato está a ser acariciado. Não lhe apetece receber festas. Ele entra em conflito: ou morde para desencorajar o dono ou foge. A cauda começa a chicotear. Assim que resolve o problema, deixa de abanar a cauda. 

Os gatos odeiam as portas.
Verdadeiro. As portas são um entrave à vida social normal do gato! Por vezes o gato mia para sair de casa. Assim que sai, ao fim de 10 minutos já está a miar para voltar a entrar. Nada mais natural se entendermos o motivo. O gato quer inspeccionar as suas redondezas, recolher informações e avivar as marcas dele deixadas no seu território. Uma curta vistoria para cumprir com todos estes objectivos é o suficiente para pôr o bichano feliz. E é claro, ele não troca o conforto do lar pelo perigoso exterior! 

Os gatos só vêm a preto e branco 
Falso. Estudos recentes provaram que os gatos conseguem distinguir entre o vermelho e o verde, o vermelho e o azul, o vermelho e o cinzento, o verde e o azul, o azul e o cinzento, o amarelo e o azul e o amarelo e o cinzento. Mas seja como for, as cores não são tão importantes na vida dos gatos como são na nossa. 

As gatas com o cio miam por que estão a sofrer 
Falso. O miado constante bem como o acto de se rebolar constitui um comportamento sexual feminino felino normal. É preciso notar que os gatos em circunstâncias normais são silenciosos e até passam despercebidos. A sua comunicação depende muito de sinais olfactórios e não tanto de sons, tal como se passa nos cães. A fim de atrair os machos, as fêmeas em cio têm de adquirir posturas “anormais”, fazendo barulho, rebolando-se, exibindo-se, tudo para atrair os machos. O miado não envolve sofrimento nenhum, assim como qualquer fêmea de qualquer espécie animal com cio não sofre dores nenhumas. 

Ter um gato reduz o stress e melhora a saúde do dono 
Verdade. O contacto físico com um animal reduz bastante o stress dos donos. Basta acariciar um gato para de facto reduzir naturalmente a pressão arterial! Os benefícios para milhões de pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares é indescritível. De vez em quando alguns de nós ficamos feridos e traumatizados psicologicamente. Por vezes deixamos até de confiar nos seres humanos, de tantas decepções nos causarem... para estas pessoas, uma ligação com um gato pode proporcionar grandes recompensas, destruindo as suspeitas e sarando feridas antigas. Cuidar de um animal descontrai e até é usado como terapia em certas instituições de saúde que cada vez mais utilizam os animais como fonte de terapia e apoio psicológico a doentes internados.


Animal da Semana - Pixie Bob

Gato companheiro com dedos a mais

Descendente de selvagens
O Pixie Bob é uma raça relativamente recente, contudo a sua origem parece pouco clara e está envolta em algumas dúvidas. Sabe-se que Ann Brewers começou a desenvolver a raça em 1985, cruzando uma fêmea doméstica sem raça definida e um macho selvagem, que se calcula ter sido o Red Coastal Bob Cat, uma pequena espécie da América do Norte, com o qual o Pixie Bob é muito parecido. A criadora adotou dois exemplares, resultantes desse cruzamento, e em 1986 nasceu Pixie, a precursora da raça Pixie Bob. Desde sempre, este gato, começou a despertar interesse, principalmente devido ao seu lado exótico, e cedo recebeu reconhecimento por parte da segunda maior associação de gatos dos EUA, a TICA (The International Cat Association), onde está registado como raça doméstica. 

“São fiéis como cães e aprendem rapidamente”

Tal cão, tal gato 
Embora fisicamente seja muito parecido com um animal selvagem, este felino é muito calmo e companheiro, chegando mesmo a ser comparado a um cão. É capaz de desenvolver uma estreita e significativa relação com a família de acolhimento. São tão dóceis e sociáveis que podem, inclusivamente, ser passeados na rua, com a utilização de uma coleira. Ao contrário dos outros gatos, mais independentes, este animal é muito afetuoso e chega a ser possessivo para com o seu dono, a quem dá as boas-vindas à porta de casa. 

Fisionomia exótica 
A sua pelagem lembra a de um gato selvagem, herança deixada pelo ascendente Bob Cat. Tanto podem ser encontrados com pelo mais longo, como com pelo mais curto e a coloração tende mais para o cinzento ou castanho, ambos com manchas. É bastante suave ao toque, ainda que tenha um pelo resistente e impermeável Tem olhos azuis amendoados e a cabeça é redonda e larga, o que lhe confere um ar exótico. São animais relativamente grandes, com exemplares machos que chegam aos oito quilos e com fêmeas que pesam cerca de seis. A cauda é um dos seus atributos especiais, sendo de tamanho muito reduzida ou mesmo inexistente. Outro facto curioso é que nascem com de- dos em quantidade superior ao normal - cerca de seis a sete nas patas dianteiras e cinco ou seis nas traseiras. O Pixie Bob é um gato com um corpo musculado e pernas fortes. 

“O seu ar selvagem contrasta com a sua personalidade afetuosa”

Bom companheiro 
As famílias que moram em apartamentos pequenos podem receber um Pixie Bob, sem que este lhes destrua a casa. São animais que se adaptam facilmente e têm um comportamento bastante pacífico. Podem ser bons companheiros de viagem, desde que sejam habituados a isso desde cedo. A sua tranquilidade também faz desta raça de felinos uma das melhores para lidar e conviver diariamente com crianças. Apesar de até ser considerado um bom caçador, o Pixie Bob prefere o conforto do lar às aventuras mais selvagens da vida. Tem sido frequentemente apelidado de “cão disfarçado”, tendo em conta a sua facilidade em aprender quando treinados e a sua imensa coragem.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Animal da Semana - Sphynx - O gato sem pêlo!

História

O Sphynx, ou Esfinge, destaca-se das outras raças por não ter pêlo. De tempos a tempos, surgem naturalmente gatos sem pêlo nas ninhadas de progenitores com pêlo. Acredita-se que os Astecas criavam gatos sem pêlo. Contudo o Sphynx surge apenas na década de 70 do século XX.

Em 1966, nasceu em Toronto, nos Estados Unidos da América, um gato sem pêlo chamado Prune. Mais tarde, uma gata com pêlo e o seu filho sem pêlo foram resgatados de um gatil também na mesma cidade. Foi a partir destes exemplares que a raça se fundou. Na Europa e nos Estados Unidos da América foi introduzido sangue de novos exemplares que surgiram espontaneamente.

Hoje em dia a raça foi já estabilizada, o que permitiu ser reconhecida como raça independente pelas maiores associações de gatos internacionais. Contudo, uma das razões por detrás deste reconhecimento terá sido o facto de evitar a mistura entre o Sphynx e o Devon Rex. Os genes desta raça favorecem a propagação do gene “sem pêlo” às ninhadas.

O Sphynx é uma raça extremamente rara, mas que foi muito bem recebida nos Estados Unidos da América.

Temperamento

Sem dúvida um dos mais excêntricos representantes felinos, o Esfinge é um gato muito especial. Brincalhão e activo dá vida a qualquer casa. Tem um temperamento afectuoso e sociável. Dá-se bem com outros gatos e cães. Gosta de ser o centro das atenções e exige um dono dedicado. O Sphynx é um gato inteligente e voluntarioso, sendo fácil de treiná-lo para obedecer a comandos do dono.

Descrição
Absolutamente inconfundível, dado que não apresenta o tradicional revestimento piloso, o Sphynx não é para todos os gostos.

O corpo é de tamanho médio, de ossatura fina, mas musculoso. A cabeça oval termina num nariz curto e exibe orelhas muito grandes e arredondadas na ponta. Os olhos em forma de limão variam de cor conforme o padrão da pelagem. As patas compridas e esguias têm um formato abaulado. A cauda comprida é afilada.

Tipo de Pêlo

Apesar de ser apelidado de raça sem pêlo, o Sphynx apresenta uma camada fina e rala de pêlos que cobrem a pele. A pele pode apresentar qualquer um dos padrões das outras raças. A pele é enrugada em algumas zonas da cabeça e do corpo, à volta do pescoço e das pernas e lisa no resto do corpo.

Curiosidades

Apesar de ser uma raça recente, o Sphynx é já bastante popular no pequeno e grande ecrã.
No filme Austin Powers, o gato do Dr. Evil é um Sphynx. Esta raça também já fez uma aparição na série Friends, no espisódio "The One with the Ball". Nos desenhos animados Kim Possible da Disney, a vilã Camille Leone surge sempre com um gato desta raça. No videoclip I Miss You da banda Blink 182, um gato Sphynx aparece em algumas cenas, tendo direito a uma grande plano do focinho.

Higiene

O Sphynx parece ser um gato mais fácil de manter por não ter pêlo e não exigir escovagens regulares. Contudo, o Sphynx exige banhos frequentes. Como o gato não tem pêlos para absorver a oleosidade, produzida para proteger a pele, esta vai-se acumular rapidamente. Um banho por semana é suficiente para manter a pele limpa.O Sphynx deve também ser limpo todos os dias com um pano próprio para o seu tipo de pele.

Saúde

A exposição do Sphynx à luz do sol deve ser limitada, uma vez que a pele não está protegida pelo pêlo e as queimaduras solares podem ocorrer.
O Sphynx é um gato de interior e não lhe deve ser permitido sair de casa. A falta de pêlo tornam difícil a regulação da temperatura pelo próprio corpo.
Estes gatos podem ter frio no inverno, conforme a amplitude térmica da zona onde vive. Regra geral, se o dono estiver confortável com a temperatura ambiente, então o Sphynx também está.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Equilibrio e audição do gato

No corpo do Gato

É engraçado ver um gato cochilando...

Mesmo nesse estado de repouso podemos notar que suas orelhas ficam girando de um lado pra outro, captando os menores ruídos. Esses são os nossos bichanos, atentos a tudo!Como predadores, a evolução na natureza presenteou os felinos com uma audição excepcional, tornando-os excelentes caçadores.

Os gatos pequenos podem ter ainda mais sensibilidade, já que suas presas naturais são bem menores, como pequenos mamíferos (ratos, esquilos, etc) e insetos. Com uma caça desse porte se faz necessária a detecção dos menores ruídos.São 12 músculos necessários para fazer os precisos movimentos de rotação das orelhas (uma para cada direção, se for preciso), o que os ajuda a captar ainda melhor os sons de presas e perigo.Eles ouvem frequências de 65 KHz, comparados aos nossos 20 KHz. Mas, assim como nós, eles vão perdendo a audição conforme a idade avança.

E o que o "equilíbrio" tem a ver com a audição?

TUDO!

Existe um "órgão de equilíbrio" chamado Aparelho Vestibular que fica dentro dos ouvidos do gato. Esse órgão detecta as variações de direção e velocidade (numa queda, por exemplo) e manda a informação que o animal precisa para mudar a orientação e compensá-la de forma que mantenha o equilíbrio, evitando talvez uma queda ou amenizando alguma lesão.